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	<title>Planeta Cultural</title>
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	<description>Design, mediação e gestão de projetos que colocam a criatividade e a inovação como matérias-primas para o desenvolvimento sustentável das cidades.</description>
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	<title>Planeta Cultural</title>
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		<title>Conexões Criativas em Mariana: histórias, territórios e juventudes que constroem cultura viva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rayssa Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 04:39:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conexões Criativas]]></category>
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					<description><![CDATA[No Distrito Criativo Passagem, em Mariana, o Projeto Conexões Criativas se desenvolveu a partir da escuta do território e da parceria com o Clube Osquindô, articulando cultura urbana, oralidade, memória e juventude em processos artísticos conectados às narrativas locais.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><b>Distrito Criativo Passagem: território de memória, criação e cultura em movimento</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em Mariana, o Projeto Conexões Criativas encontrou no </span><b>Distrito Criativo Passagem</b><span style="font-weight: 400;"> um território onde cultura, memória e ação comunitária já se organizam de forma contínua. Reconhecido oficialmente como Distrito Criativo, o território reúne patrimônio histórico ligado à mineração, experiências de imigração, religiosidade popular, práticas artísticas contemporâneas e uma forte tradição de narrativas orais que atravessam gerações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que um espaço físico, o Distrito Criativo Passagem configura-se como um </span><b>campo cultural ativo</b><span style="font-weight: 400;">, no qual projetos comunitários, ações educativas, economia criativa e manifestações artísticas constroem, no cotidiano, formas de pertencimento e de produção simbólica. Foi a partir desse contexto que o Conexões Criativas se integrou ao território, reconhecendo a Passagem como produtora de memória, linguagem e conhecimento.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">O projeto conta com patrocínio da </span><b>CSN</b><span style="font-weight: 400;">, apoio da Rouanet e realização da <b>Planeta Cultura e Sustentabilidade</b>, do <b>Ministério da Cultura </b>e do <b>Governo Federal – Do Lado do Povo Brasileiro. </b>A parceria acontece com o programa de educação e patrimônio </span><b>“Ouro Preto – O meu lugar”</b><span style="font-weight: 400;">, da </span><b>Casa do Professor</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>Instituto Território Criativo</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>Clube Osquindô</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>Observatório Jovem </b><span style="font-weight: 400;">e </span><b>Rede Loucos por Leitura</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_4023" aria-describedby="caption-attachment-4023" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-4023 size-large" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2063-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2063-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2063-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2063-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2063-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2063.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-4023" class="wp-caption-text">Sabadinho na Passagem | Foto: Luciano Almeida</figcaption></figure>
<h3><b><br />
</b><b>Passagem de Mariana: território criativo, memória e invenção cultural</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em Mariana, o Projeto Conexões Criativas encontrou no </span><b>Distrito Criativo Passagem</b><span style="font-weight: 400;"> um território especialmente fértil para o desenvolvimento de ações culturais enraizadas na memória, na criação coletiva e na vida comunitária. Oficialmente reconhecido como Distrito Criativo, esse território articula patrimônio histórico ligado à mineração, práticas artísticas contemporâneas, iniciativas comunitárias e economia criativa, configurando um ambiente onde tradição e invenção cultural convivem de forma dinâmica e cotidiana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha do Distrito Criativo Passagem como eixo central da atuação do projeto não foi aleatória. Trata-se de um território cuja identidade foi construída a partir de processos históricos profundos — como a mineração, a imigração e a religiosidade popular — mas, sobretudo, a partir da </span><b>oralidade</b><span style="font-weight: 400;">. Histórias, lendas e causos atravessam gerações, permanecendo vivos no imaginário coletivo e sustentando um patrimônio imaterial intimamente ligado ao cotidiano da comunidade. Essas narrativas não apenas preservam a memória do lugar, mas seguem produzindo sentidos, pertencimento e formas de interpretar o mundo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi nesse contexto que o Conexões Criativas se inseriu, reconhecendo o Distrito Criativo Passagem não como cenário, mas como </span><b>território produtor de conhecimento, linguagem e criação artística</b><span style="font-weight: 400;">. Ainda que o foco da atuação tenha sido esse distrito, o projeto ampliou sua circulação para outros equipamentos socioeducativos de Mariana — como o </span><b>Centro de Referência à Infância e Adolescência (CRIA)</b><span style="font-weight: 400;">, a </span><b>APAE</b><span style="font-weight: 400;"> e o </span><b>Lar Santa Maria</b><span style="font-weight: 400;"> — garantindo que os conteúdos levantados e as experiências artísticas alcançassem públicos diversos, de diferentes faixas etárias e contextos sociais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A atuação no Distrito Criativo Passagem foi construída em </span><b>parceria direta com o Clube Osquindô</b><span style="font-weight: 400;">, organização cultural que desempenha papel central na articulação das ações do território. O Osquindô não atua apenas como apoiador institucional, mas como </span><b>produtor permanente de cultura</b><span style="font-weight: 400;">, responsável por projetos continuados que mobilizam juventudes, fortalecem a oralidade, estimulam a leitura, ocupam o espaço público e valorizam as expressões culturais locais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre esses projetos, destaca-se o </span><b>Hip Hop na Passagem</b><span style="font-weight: 400;">, desenvolvido de forma contínua pelo Clube Osquindô em diálogo com escolas e espaços comunitários do Distrito Criativo Passagem. A iniciativa utiliza a cultura hip hop — rap, DJ, slam, poesia, dança e grafite — como linguagem de formação, expressão e pertencimento, reconhecendo as vivências juvenis como parte do patrimônio cultural contemporâneo do território. Ao levar a cultura urbana para dentro da escola e do bairro, o projeto cria espaços de escuta, criação e protagonismo juvenil, articulando educação, identidade e memória.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Conexões Criativas se articulou a esse processo não como ação isolada, mas como </span><b>momento de culminância e ampliação de um percurso formativo já em andamento</b><span style="font-weight: 400;">. As apresentações e atividades do projeto dialogaram diretamente com os conteúdos, práticas e produções desenvolvidas ao longo do Hip Hop na Passagem, ampliando a circulação dessas experiências, conectando-as a outras linguagens artísticas e fortalecendo o protagonismo dos jovens envolvidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro eixo fundamental dessa parceria foi o </span><b>Sabadinho na Passagem</b><span style="font-weight: 400;">, encontro cultural produzido pelo Clube Osquindô que transforma o espaço público em lugar de convivência, celebração e economia criativa. Música, intervenções artísticas, brincantes, blocos, feiras e apresentações diversas fazem do Sabadinho um espaço de encontro intergeracional, onde tradição e contemporaneidade se cruzam de forma orgânica. A presença do Conexões Criativas nesse contexto reforçou a cultura como prática cotidiana e comunitária, integrada à vida do Distrito Criativo Passagem e às dinâmicas locais de criação, troca e pertencimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse sentido, a atuação do Conexões Criativas em Mariana não apenas dialogou com os projetos do Clube Osquindô, mas se integrou a eles, fortalecendo processos já existentes e reconhecendo o Distrito Criativo Passagem como um território onde memória, juventude, cultura urbana e patrimônio imaterial seguem sendo produzidos coletivamente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_4024" aria-describedby="caption-attachment-4024" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-4024 size-large" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2422-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2422-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2422-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2422-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2422-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2422.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-4024" class="wp-caption-text">Bloco do Boqueirão | Foto: Luciano Almeida</figcaption></figure>
<h3><b><br />
</b><b>Os causos do Distrito Criativo Passagem: oralidade, memória e patrimônio vivo</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos aspectos centrais da atuação do Conexões Criativas em Mariana foi o diálogo direto com o </span><b>trabalho sistemático de registro dos causos, lendas e histórias do Distrito Criativo Passagem</b><span style="font-weight: 400;">, desenvolvido ao longo dos anos no âmbito das ações culturais do </span><b>Clube Osquindô</b><span style="font-weight: 400;">. Esse trabalho não se limita à coleta de narrativas isoladas, mas constitui um </span><b>processo contínuo de salvaguarda do patrimônio imaterial</b><span style="font-weight: 400;">, baseado na escuta da comunidade, na valorização da oralidade e na preservação de memórias transmitidas de geração em geração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse acervo simbólico reúne histórias profundamente enraizadas no imaginário local, revelando um território marcado pela mineração, pela presença estrangeira — especialmente inglesa —, pela religiosidade popular e por acontecimentos traumáticos e fundadores. Narrativas como a da </span><b>Maria Sabão</b><span style="font-weight: 400;">, figura recorrente nos relatos de assombração do distrito; os causos sobre o </span><b>Capitão Jack</b><span style="font-weight: 400;"> e os trabalhadores ingleses da Mina da Passagem; as histórias de devoção e aparições de </span><b>Santa Bárbara</b><span style="font-weight: 400;">, padroeira dos mineradores; e as memórias da </span><b>inundação de 1936</b><span style="font-weight: 400;">, episódio trágico que marcou profundamente a vida da comunidade, articulam dimensões como trabalho, fé, medo, imigração, sofrimento e pertencimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Somam-se a esse conjunto os numerosos </span><b>causos de assombrações, aparições e acontecimentos misteriosos</b><span style="font-weight: 400;">, amplamente reconhecidos como parte da tradição oral marianense e associados a espaços simbólicos como a própria Mina da Passagem. Esses relatos, longe de serem tratados como folclore superficial ou curiosidade turística, funcionam como </span><b>formas populares de interpretação da realidade</b><span style="font-weight: 400;">, modos coletivos de elaborar experiências históricas, medos, perdas e transformações sociais, além de mecanismos de transmissão de valores, códigos culturais e pertencimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse trabalho de registro ganhou materialidade em iniciativas como o projeto </span><b>“Contos da Passagem”</b><span style="font-weight: 400;">, idealizado pelo Clube Osquindô e produzido em 2011 pelo Estúdio Na Passagem, que reuniu em CD cinco histórias e lendas urbanas do Distrito Criativo Passagem. Narrativas como </span><i><span style="font-weight: 400;">“O dia que Viturino enfrentou a Mulher Maravilha”</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">“Os burros que sabiam inglês”</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">“Meninos do couro”</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">“Romeu, Julieta e as bandas da Passagem”</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">“A assustadora história da Maria Sabão”</span></i><span style="font-weight: 400;"> receberam uma abordagem criativa e bem-humorada, demonstrando como essas histórias seguem vivas, abertas à reinvenção e à circulação contemporânea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi esse </span><b>conjunto amplo e complexo de narrativas, registros e práticas de salvaguarda</b><span style="font-weight: 400;"> que orientou conceitualmente a curadoria dos espetáculos do Conexões Criativas em Mariana. Ao reconhecer os causos do Distrito Criativo Passagem como patrimônio cultural legítimo e ativo, o projeto transformou a memória oral em matéria artística, utilizando a cena como espaço de atualização, compartilhamento e valorização das histórias que constituem a identidade cultural do território.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_4025" aria-describedby="caption-attachment-4025" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-4025 size-large" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/126A4279-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/126A4279-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/126A4279-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/126A4279-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/126A4279-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/126A4279.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-4025" class="wp-caption-text">Espetáculo Encantados | Foto: Luciano Almeida</figcaption></figure>
<h2></h2>
<h3><b>A criação dos espetáculos: oralidade, cultura urbana e construção cênica</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A criação dos espetáculos do Conexões Criativas em Mariana partiu de uma curadoria orientada pela pesquisa cultural realizada no </span><b>Distrito Criativo Passagem</b><span style="font-weight: 400;">, com foco na oralidade, nas narrativas populares e nas linguagens contemporâneas produzidas no território. O objetivo foi transformar esses conteúdos em experiências cênicas que preservassem sua dimensão simbólica e afetiva, sem deslocá-los de sua origem comunitária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse contexto, o espetáculo </span><b>“Encantados”</b><span style="font-weight: 400;"> foi concebido como tradução artística das lendas e causos do território, estruturando-se a partir da palavra falada, da música e da performance. A curadoria reuniu artistas com trajetórias profundamente vinculadas à mediação cultural e à contação de histórias. </span><b>Juvenal Bernardes</b><span style="font-weight: 400;">, cordelista e contador de histórias, trouxe à cena o ritmo, o humor e a força narrativa da tradição oral; </span><b>Denise Arantes</b><span style="font-weight: 400;"> contribuiu com sua pesquisa na literatura e na palavra como construção de imagens e afetos; e </span><b>Daniel Bicalho</b><span style="font-weight: 400;">, músico e contador de histórias, articulou música e narrativa, criando uma ambiência sonora conectada ao imaginário do Distrito Criativo Passagem. A combinação dessas linguagens garantiu coerência entre conteúdo, forma artística e território.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de “Encantados”, a curadoria incorporou outras propostas que dialogam com a cultura urbana, o brincar e a ocupação do espaço público. No </span><b>Sabadinho na Passagem</b><span style="font-weight: 400;">, o </span><b>Bloco do Boqueirão</b><span style="font-weight: 400;">, com seus bonecos e cortejo acompanhado pela </span><b>Charanga Os Lunáticos</b><span style="font-weight: 400;">, ativou referências carnavalescas e a memória festiva do território. Já a intervenção de </span><b>Léo Ladeira e Brincantes</b><span style="font-weight: 400;">, em parceria com a palhaça Jojoba, integrou palhaçaria, brincadeiras tradicionais e interação direta com o público, reafirmando o caráter lúdico e relacional das ações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As linguagens da cultura urbana também estruturaram parte importante da criação artística. As ações do </span><b>Hip Hop na Passagem</b><span style="font-weight: 400;"> foram incorporadas à programação como expressões legítimas da produção cultural contemporânea do Distrito Criativo Passagem. A aula-espetáculo conduzida por </span><b>Gabi Augusta e DJ Malif</b><span style="font-weight: 400;">, na Casa Brincante, articulou dança, música e debate, enquanto a atividade </span><b>Sopa de Letras</b><span style="font-weight: 400;">, com </span><b>Bruno Miné</b><span style="font-weight: 400;">, aprofundou o trabalho com palavra, poesia e criação coletiva, conectando juventude, oralidade e território.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O espetáculo </span><b>“Retalhos”</b><span style="font-weight: 400;">, apresentado por </span><b>Nana</b><span style="font-weight: 400;">, trouxe o conto popular e a ventriloquia como linguagem central, por meio da personagem Macaca Lica, demonstrando como narrativas tradicionais podem ser compartilhadas de forma sensível e acessível. Conjuntamente, essas criações configuraram um percurso curatorial que articulou tradição oral, cultura urbana, brincadeira e performance como campos complementares de produção artística.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_4026" aria-describedby="caption-attachment-4026" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4026 size-large" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/31-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/31-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/31-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/31-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/31-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/31-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-4026" class="wp-caption-text">Espetáculo Retalhos &#8211; Nana e Lica na APAE de Mariana | Foto: Raed Travizane</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Circulação territorial e diversidade de públicos</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A circulação das ações do Conexões Criativas em Mariana foi pensada como estratégia de ampliação do acesso à cultura e de diálogo com diferentes contextos sociais e institucionais do município. Embora o </span><b>Distrito Criativo Passagem</b><span style="font-weight: 400;"> tenha concentrado parte significativa das atividades, o projeto expandiu sua atuação para outros equipamentos públicos e sociais, construindo um percurso territorial diverso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os espetáculos e ações alcançaram a </span><b>Escola Municipal de Passagem de Mariana</b><span style="font-weight: 400;">, o </span><b>Centro de Referência da Infância e Adolescência (CRIA)</b><span style="font-weight: 400;">, a </span><b>APAE de Mariana</b><span style="font-weight: 400;"> e o </span><b>Lar Santa Maria</b><span style="font-weight: 400;">, permitindo que públicos infantis, juvenis, adultos e idosos tivessem acesso às experiências artísticas. Essa circulação reforçou o caráter inclusivo do projeto e a adaptação das propostas a diferentes realidades e públicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No campo da juventude, as ações vinculadas ao </span><b>Hip Hop na Passagem</b><span style="font-weight: 400;"> assumiram papel central como momentos de síntese e encerramento de processos formativos continuados. O encerramento realizado na </span><b>Escola Estadual Benjamin Guimarães</b><span style="font-weight: 400;">, com </span><b>Poeta Aquiles</b><span style="font-weight: 400;"> e estudantes da escola, reuniu poemas, slam, batalhas de rap e a apresentação do </span><i><span style="font-weight: 400;">cypher</span></i><span style="font-weight: 400;"> da Passagem, evidenciando a juventude como agente criador e não apenas como público das ações culturais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inserção do Conexões Criativas na programação do </span><b>Sabadinho na Passagem</b><span style="font-weight: 400;"> ampliou ainda mais essa circulação, integrando o projeto à dinâmica cotidiana do território e ao uso coletivo do espaço público. Ao dialogar com feiras, encontros comunitários e iniciativas de economia criativa, o projeto reforçou a cultura como prática compartilhada, capaz de gerar encontros intergeracionais e fortalecer vínculos comunitários no </span><b>Distrito Criativo Passagem</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<figure id="attachment_4027" aria-describedby="caption-attachment-4027" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4027 size-large" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-22-at-01.30.29-1024x683.jpeg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-22-at-01.30.29-1024x683.jpeg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-22-at-01.30.29-300x200.jpeg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-22-at-01.30.29-768x512.jpeg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-22-at-01.30.29.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-4027" class="wp-caption-text">Hip-Hop na Passagem &#8211; E.E.Benjamim Guimarães | Foto: Luciano Almeida</figcaption></figure>
<h3></h3>
<h3><b>Distrito Criativo Passagem: memória que gera futuro</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A experiência do Conexões Criativas em Mariana demonstrou que projetos culturais ganham consistência quando se constroem a partir dos processos já existentes no território e em diálogo direto com seus agentes. Ao se integrar às ações desenvolvidas pelo </span><b>Clube Osquindô</b><span style="font-weight: 400;"> — como o </span><b>Hip Hop na Passagem</b><span style="font-weight: 400;">, o </span><b>Sabadinho na Passagem</b><span style="font-weight: 400;"> e o trabalho continuado de registro e salvaguarda dos causos do </span><b>Distrito Criativo Passagem</b><span style="font-weight: 400;"> — o projeto não apenas utilizou a memória local como referência, mas contribuiu para sua atualização por meio da arte, da circulação cultural e da mediação com públicos diversos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo de sua realização, o Conexões Criativas operou como articulador entre pesquisa patrimonial, formação cultural, juventude e espaço público, fortalecendo redes culturais já consolidadas e ampliando o alcance de iniciativas comunitárias. As ações realizadas evidenciaram o patrimônio imaterial como campo vivo de criação, capaz de gerar novos repertórios artísticos, estimular o protagonismo juvenil e consolidar práticas culturais sustentáveis no território.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, o Distrito Criativo Passagem reafirma-se não apenas como lugar de preservação da memória, mas como espaço de produção cultural contínua, onde narrativas do passado, expressões contemporâneas e participação comunitária se articulam na construção de identidades, pertencimentos e perspectivas de futuro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_4022" aria-describedby="caption-attachment-4022" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4022 size-large" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2553-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2553-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2553-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2553-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2553-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2553.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-4022" class="wp-caption-text">Charanga Os Lunáticos e Bloco do Boqueirão | Foto: Luciano Almeida</figcaption></figure>
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		<title>Conexões Criativas e “Ouro Preto – O Meu Lugar”: arte, educação, patrimônio e acesso para todos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rayssa Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 03:11:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conexões Criativas]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto articula educação patrimonial e criação artística em escolas, comunidades e eventos tradicionais de Ouro Preto, promovendo acessibilidade, diversidade cultural e experiências gratuitas em espaços públicos.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Arte que nasce do território e retorna à comunidade</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em Ouro Preto, o Projeto Conexões Criativas construiu sua trajetória a partir de um princípio fundamental: </span><i><span style="font-weight: 400;">o patrimônio cultural só faz sentido quando está em diálogo direto com as pessoas que vivem no território</span></i><span style="font-weight: 400;">. Foi com essa perspectiva que o projeto se articulou ao Programa de Educação e Patrimônio </span><b>Ouro Preto – O Meu Lugar</b><span style="font-weight: 400;">, da Casa do Professor, integrando pesquisa cultural, material pedagógico e criação artística em uma experiência contínua de educação, memória e encontro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa parceria permitiu que os espetáculos não fossem ações isoladas, mas desdobramentos sensíveis de processos educativos já em curso nas escolas e comunidades. A arte entrou como linguagem de mediação, capaz de transformar histórias, saberes e referências simbólicas em experiências compartilhadas, acessíveis e significativas.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">O projeto conta com patrocínio da <b>CSN</b>, apoio da Rouanet e realização da <b>Planeta Cultura e Sustentabilidade</b>, do <b>Ministério da Cultura </b>e do <b>Governo Federal – Do Lado do Povo Brasileiro. </b>A parceria acontece com o programa de educação e patrimônio <b>“Ouro Preto – O meu lugar”</b>, da <b>Casa do Professor</b>, <b>Instituto Território Criativo</b>, <b>Clube Osquindô</b>, <b>Observatório Jovem </b>e <b>Rede Loucos por Leitura</b>. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_4001" aria-describedby="caption-attachment-4001" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-4001" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/126A7162-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/126A7162-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/126A7162-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/126A7162-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/126A7162-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/126A7162.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-4001" class="wp-caption-text">Espetáculo Brincar de Música com Daniel Penido na E.M.Celina Cruz | Foto: Luciano Almeida</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Democratização do acesso e compromisso com a acessibilidade cultural</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde sua concepção, o Conexões Criativas assumiu o compromisso com a </span><b>democratização do acesso à cultura</b><span style="font-weight: 400;">. Todos os espetáculos foram realizados </span><b>gratuitamente</b><span style="font-weight: 400;">, em </span><b>espaços públicos e equipamentos comunitários</b><span style="font-weight: 400;">, garantindo a participação de públicos diversos e ampliando o direito à fruição cultural.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, todas as apresentações contaram com </span><b>recursos de acessibilidade</b><span style="font-weight: 400;">, incluindo </span><b>intérprete de Libras e audiodescrição</b><span style="font-weight: 400;">, assegurando que pessoas com deficiência auditiva e visual também pudessem vivenciar plenamente as experiências artísticas. A acessibilidade não foi tratada como complemento, mas como parte estruturante do projeto, reforçando o entendimento de que cultura é um direito coletivo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_4000" aria-describedby="caption-attachment-4000" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-4000" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/IMG_4538-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/IMG_4538-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/IMG_4538-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/IMG_4538-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/IMG_4538-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/IMG_4538-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-4000" class="wp-caption-text">Espetáculo Retalhos com Nana na APAE Ouro Preto | Foto: Gabriela Cortez</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Territórios e espaços: a cidade como palco</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A circulação dos espetáculos em Ouro Preto foi pensada de forma territorializada, alcançando diferentes bairros, distritos e comunidades, sempre em diálogo com seus contextos culturais e sociais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As ações aconteceram na </span><b>Escola Municipal Celina Cruz</b><span style="font-weight: 400;">, localizada na </span><b>Comunidade dos Motta</b><span style="font-weight: 400;">, no subdistrito de </span><b>Miguel Burnier</b><span style="font-weight: 400;">, fortalecendo o vínculo entre patrimônio afro-brasileiro, memória local e educação. O projeto também esteve presente na </span><b>Escola Municipal Padre Carmélio</b><span style="font-weight: 400;">, no </span><b>bairro São Cristóvão</b><span style="font-weight: 400;">, ampliando o acesso à arte no cotidiano escolar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A circulação incluiu ainda a </span><b>APAE de Ouro Preto</b><span style="font-weight: 400;">, garantindo que pessoas com deficiência intelectual e múltipla tivessem acesso às atividades culturais, e integrou a programação da </span><b>Festa da Primavera de Santo Antônio do Leite</b><span style="font-weight: 400;">, inserindo os espetáculos em um evento tradicional do distrito e dialogando diretamente com a vida comunitária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa escolha de locais reafirma a cidade como espaço educativo e cultural, onde escolas, festas populares e instituições comunitárias se tornam palcos de criação e encontro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_4012" aria-describedby="caption-attachment-4012" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-4012" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2633b-1-1024x683.png" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2633b-1-1024x683.png 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2633b-1-300x200.png 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2633b-1-768x512.png 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2633b-1-1536x1024.png 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/100A2633b-1.png 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-4012" class="wp-caption-text">Espetáculo Estação das Histórias &#8211; Juvenal Bernardes e Ingrid Ribeiro na E.M.Celina Cruz | Foto: Luciano Almeida</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Histórias e patrimônios como eixo da curadoria</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha das histórias e patrimônios trabalhados nos espetáculos partiu de uma pesquisa aprofundada sobre as referências imateriais e simbólicas de Ouro Preto. O projeto privilegiou narrativas que ajudam a compreender a formação social da cidade, especialmente aquelas ligadas às matrizes afro-brasileiras, às tradições populares e à oralidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A figura de </span><b>Chico Rei (Galanga)</b><span style="font-weight: 400;"> foi um dos principais eixos simbólicos. Sua trajetória, preservada pela tradição oral, atravessa celebrações, irmandades e espaços de memória, consolidando-se como patrimônio imaterial que expressa valores de ancestralidade, resistência, liberdade e organização comunitária. Ao levar essa narrativa para o espaço cênico, o projeto reafirmou a centralidade da memória afrodescendente na história de Ouro Preto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O conceito de </span><b>Kalunga</b><span style="font-weight: 400;">, presente nas cosmologias de origem banta, ampliou essa abordagem ao trazer reflexões sobre ancestralidade, passagem, continuidade e força vital. Kalunga atravessa a religiosidade, a música, o corpo e os rituais, configurando um eixo simbólico potente para a criação artística e para a educação patrimonial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro patrimônio fundamental foi a </span><b>Cavalhada de Amarantina</b><span style="font-weight: 400;">, manifestação ritual com cerca de trezentos anos de tradição. Ao dialogar com essa celebração, o projeto reconheceu a importância das festas como espaços de transmissão de saberes, afetos e identidades, reforçando o sentimento de pertencimento comunitário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lendas, causos e narrativas populares também foram incorporados à curadoria, valorizando histórias que não aparecem nos registros oficiais, mas permanecem vivas na memória coletiva e possuem grande potência educativa, especialmente junto ao público infantil e juvenil.</span></p>
<figure id="attachment_4008" aria-describedby="caption-attachment-4008" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-4008" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/126A3485-1-1-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/126A3485-1-1-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/126A3485-1-1-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/126A3485-1-1-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/126A3485-1-1-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/126A3485-1-1.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-4008" class="wp-caption-text">Conexões Criativas: Arte, patrimônio e diversidade | Foto: Luciano Almeida</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>A escolha dos artistas: trajetórias que traduzem patrimônio em linguagem viva</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A curadoria artística aprofundou-se na busca por artistas cujas trajetórias dialogassem de forma orgânica com os conteúdos patrimoniais e com o público atendido. Mais do que selecionar espetáculos prontos, o projeto escolheu </span><b>linguagens e percursos artísticos capazes de traduzir a memória em experiência</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O cordelista </span><b>Juvenal Bernardes</b><span style="font-weight: 400;"> foi escolhido por sua atuação na transformação de patrimônios históricos, lendas e narrativas populares em literatura de cordel. Seu trabalho preserva a oralidade, valoriza a cultura popular e facilita a mediação pedagógica, aproximando o público das histórias simbólicas de Ouro Preto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A artista </span><b>Nana (Bruna Bernardes)</b><span style="font-weight: 400;"> integrou o projeto por sua pesquisa em contação de histórias, ventriloquia e teatro de bonecos. Sua linguagem lúdica e sensível cria pontes entre imaginação, afeto e patrimônio cultural, sendo especialmente potente no diálogo com crianças, famílias e públicos diversos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A presença de </span><b>Ingrid Ribeiro</b><span style="font-weight: 400;">, arte-educadora e pesquisadora da história afro-brasileira, fortaleceu o compromisso do projeto com diversidade cultural e representatividade. Por meio do projeto </span><i><span style="font-weight: 400;">Baú Recontando</span></i><span style="font-weight: 400;">, sua atuação valoriza narrativas ancestrais, tradições populares e a cultura negra como fundamentos da educação patrimonial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O músico </span><b>Daniel Penido</b><span style="font-weight: 400;"> foi selecionado por sua trajetória dedicada à musicalização e à percussão, com destaque para o método </span><i><span style="font-weight: 400;">Palma Pé</span></i><span style="font-weight: 400;">, que utiliza o corpo como instrumento rítmico. Sua proposta dialoga diretamente com as tradições percussivas afro-mineiras, como o Congado, integrando ritmo, movimento, consciência corporal e ludicidade em experiências educativas participativas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_4013" aria-describedby="caption-attachment-4013" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-4013" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/IMG_20251005_163013-1024x771.jpg" alt="" width="800" height="602" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/IMG_20251005_163013-1024x771.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/IMG_20251005_163013-300x226.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/IMG_20251005_163013-768x578.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/IMG_20251005_163013-1536x1157.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/IMG_20251005_163013-2048x1542.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-4013" class="wp-caption-text">Espetáculo Tá Caindo Fulô com Ingrid Ribeiro na Festa da Primavera do Leite | Foto: Rayssa Amaral</figcaption></figure>
<h2><b>Os álbuns pedagógicos como base dos processos de educação patrimonial</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O diálogo entre o Projeto Conexões Criativas e o Programa </span><b>Ouro Preto – O Meu Lugar</b><span style="font-weight: 400;"> se fortaleceu a partir do uso dos álbuns pedagógicos desenvolvidos pelo programa como instrumentos centrais dos processos de educação patrimonial nas escolas da rede municipal. Mais do que materiais de apoio, esses álbuns funcionam como dispositivos pedagógicos ativos, capazes de despertar o interesse dos estudantes, estimular a investigação do território e promover a construção coletiva do conhecimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estruturados a partir das referências culturais, históricas, imateriais, naturais e simbólicas de Ouro Preto, os álbuns são utilizados em sala de aula como ferramentas de mediação entre conteúdo curricular, vivências dos estudantes e patrimônio local. Por meio de imagens, textos acessíveis e propostas de interação, eles incentivam a observação, a escuta, a curiosidade e o reconhecimento do lugar onde se vive como espaço de aprendizagem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos processos pedagógicos da educação patrimonial, esses materiais permitem que o estudante se reconheça como sujeito da história, compreendendo o patrimônio não como algo distante ou restrito aos monumentos, mas como parte de seu cotidiano, de sua memória familiar e de sua comunidade. O trabalho com os álbuns estimula a troca de saberes entre gerações, a valorização da oralidade e o fortalecimento do sentimento de pertencimento ao território.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi a partir desse percurso pedagógico já consolidado nas escolas que se estabeleceu a ponte com os espetáculos do Conexões Criativas. As narrativas, personagens, festas, lendas e referências simbólicas presentes nos álbuns orientaram a curadoria artística e a construção das abordagens cênicas, garantindo que as apresentações dialogassem diretamente com conteúdos que os estudantes já vinham explorando em sala de aula.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, os espetáculos não surgiram como ações pontuais, mas como extensões sensíveis dos processos educativos em curso. A arte entrou como linguagem complementar, capaz de ampliar, aprofundar e ressignificar os temas trabalhados, transformando conhecimento em experiência, e a educação patrimonial em vivência compartilhada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa integração entre material pedagógico, prática escolar e criação artística reforça o entendimento de que a educação patrimonial é um processo contínuo, que se constrói no encontro entre escola, território e cultura, valorizando a identidade local e formando cidadãos conscientes de seu papel na preservação e na reinvenção do patrimônio.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4015 alignnone" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-22-000755.png" alt="" width="248" height="277" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-22-000755.png 405w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-22-000755-269x300.png 269w" sizes="(max-width: 248px) 100vw, 248px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4016 alignnone" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-22-000814.png" alt="" width="253" height="276" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-22-000814.png 411w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-22-000814-275x300.png 275w" sizes="(max-width: 253px) 100vw, 253px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4017 alignnone" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-22-000828.png" alt="" width="271" height="281" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-22-000828.png 409w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-22-000828-289x300.png 289w" sizes="(max-width: 271px) 100vw, 271px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4018 alignnone" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-22-000841.png" alt="" width="258" height="270" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-22-000841.png 414w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-22-000841-287x300.png 287w" sizes="(max-width: 258px) 100vw, 258px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4019" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-22-000855-225x300.png" alt="" width="204" height="272" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-22-000855-225x300.png 225w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-22-000855.png 402w" sizes="(max-width: 204px) 100vw, 204px" /></p>
<h2><b>Quando arte, educação e acesso se encontram</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A experiência do Conexões Criativas em Ouro Preto demonstrou que a articulação entre arte e educação patrimonial se fortalece quando está ancorada em processos pedagógicos contínuos e em políticas de acesso efetivas. Ao integrar pesquisa territorial, materiais educativos já consolidados nas escolas, recursos de acessibilidade e apresentações gratuitas realizadas em espaços públicos e comunitários, o projeto ampliou o alcance da cultura e qualificou o encontro entre público, patrimônio e criação artística.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que apresentar espetáculos, o Conexões Criativas ativou memórias, promoveu reconhecimento do território e estimulou a participação de estudantes, educadores e comunidades em experiências culturais inclusivas. Esse conjunto de ações reforçou o entendimento do patrimônio como um campo vivo de aprendizado, convivência e construção coletiva, consolidando a cultura como direito, prática educativa e dimensão fundamental da vida cotidiana.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que a fabricação de chassis para caminhões tem a ver com a educação?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Nov 2025 12:21:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estação das Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Estação das Históris]]></category>
		<category><![CDATA[Maxion Montich]]></category>
		<category><![CDATA[Sete Lagoas]]></category>
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					<description><![CDATA[À primeira vista, pode parecer improvável relacionar a fabricação de chassis para caminhões — aquela estrutura de aço que sustenta o veículo e suporta toneladas de carga — com o universo da educação, das escolas e das bibliotecas. Se olharmos mais fundo, no entanto, a conexão é mais poderosa do que parece. Nas linhas de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>À primeira vista, pode parecer improvável relacionar a fabricação de chassis para caminhões — aquela estrutura de aço que sustenta o veículo e suporta toneladas de carga — com o universo da educação, das escolas e das bibliotecas. Se olharmos mais fundo, no entanto, a conexão é mais poderosa do que parece. Nas linhas de montagem, um chassi é a base de tudo. Ele dá forma, equilíbrio e sustentação para que um caminhão siga em frente, enfrente curvas, subidas e longas distâncias — transportando com segurança o que movimenta o país e impulsiona a economia.</p>
<figure id="attachment_3931" aria-describedby="caption-attachment-3931" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3931 size-large" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2702-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2702-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2702-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2702-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2702-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2702.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3931" class="wp-caption-text"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">&#8220;Mostra de Espetáculos&#8221; &#8211; Estação das Histórias | EE Eponina Soares dos Santos / foto Luciano Almeida</span></span></span></span></figcaption></figure>
<p>E não é justamente isso que a educação faz com as pessoas? Com nossas crianças? Assim como os engenheiros e técnicos que fabricam chassis e moldam estruturas capazes de suportar o peso das jornadas sobre o asfalto, os professores e profissionais da educação constroem estruturas invisíveis, porém essenciais, que sustentam os sonhos, os valores e o futuro de milhares de jovens brasileiros. A fabricação de chassis pertence ao universo da indústria, enquanto a educação integra o campo do desenvolvimento humano. São mundos diferentes, mas movidos pelo mesmo princípio: dar sustentação ao que realmente importa.</p>
<figure id="attachment_3934" aria-describedby="caption-attachment-3934" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3934 size-large" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2300-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2300-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2300-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2300-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2300-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2300.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3934" class="wp-caption-text"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">&#8220;Mostra de Espetáculos&#8221; &#8211; Estação das Histórias | EE Elza Moreira / foto Luciano Almeida</span></span></span></span></figcaption></figure>
<p>A empresa Maxion Montich do Brasil, localizada na cidade de Sete Lagoas/MG, trabalha com essa visão: uma das maiores fabricantes de chassis para caminhões do Brasil, entende que seu papel vai muito além de ser base para linhas de produção e investe em projetos de que inspiram o aprendizado e fortalecem o vínculo entre escola, cultura e comunidade — demonstrando que a força de uma organização também se mede pela capacidade de contribuir para o desenvolvimento do território onde atua.</p>
<p><strong><em>Uma estação das histórias para transformar</em></strong></p>
<p>Em parceira com a Planeta Cultura &amp; Sustentabilidade e com a Superintendência regional de Ensino de Sete Lagoas a empresa promoveu o <strong>“Estação das Histórias”</strong>, uma iniciativa que conecta cultura e educação por meio de ações culturais e literárias em três escolas estaduais de Sete Lagoas (MG). A ação, patrocinada pela Maxion Montich por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, promove experiências que aproximam criativamente alunos, educadores, histórias locais e livros de forma afetiva e criativa.</p>
<figure id="attachment_3943" aria-describedby="caption-attachment-3943" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3943 size-large" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A3265-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A3265-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A3265-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A3265-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A3265-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A3265.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3943" class="wp-caption-text"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">&#8220;Mostra de Espetáculos&#8221; &#8211; Estação das Histórias | EE Santos Azeredo / foto Luciano Almeida</span></span></span></span></figcaption></figure>
<p>Ao longo do ano de 2025 o <strong>“Estação das Histórias”</strong> realizou uma intensa programação que inclui oficinas de formação para educadores, atividades de mediação de leitura com estudantes e uma mostra de espetáculos que reuniu contadores de histórias, escritores e brincantes de diversas regiões de Minas Gerais, que também realizaram rodas de conversa com os estudantes. As bibliotecas escolares foram transformadas em espaços vivos de imaginação, curiosidade e convivência. Cada encontro se tornou uma oportunidade de reencantar o olhar dos alunos para o poder dos livros e para o papel da leitura, assim como os chassis, como base da transformação pela educação e pela cidadania.</p>
<figure id="attachment_3965" aria-describedby="caption-attachment-3965" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3965 size-large" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/100A6885-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/100A6885-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/100A6885-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/100A6885-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/100A6885-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/100A6885.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3965" class="wp-caption-text">&#8220;Trem das Brincadeiras&#8221; &#8211; Estação das Histórias | EE Santos Azeredo / foto Luciano Almeida</figcaption></figure>
<p><strong><em>Uma rede de ação pelo território</em></strong></p>
<p>Nenhuma história se faz sozinha. É no encontro entre empresas, artistas, realizadores dos projetos e organizações do território e as escolas estaduais participantes do <strong>“Estação das Histórias”,</strong> que nasceu uma verdadeira rede de sustentação para fortalecer a conexão entre cultura e educação. A seguir, compartilhamos as vozes do território envolvidas na realização do projeto <strong>“Estação das Histórias</strong>” e que estão tecendo conexões para ampliar a ação do projeto.</p>
<figure id="attachment_3962" aria-describedby="caption-attachment-3962" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3962 size-large" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/100A7032-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/100A7032-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/100A7032-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/100A7032-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/100A7032-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/100A7032.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3962" class="wp-caption-text">&#8220;Trem das Brincadeiras&#8221; &#8211; Estação das Histórias |  EE Elza Moreira Soares / foto Luciano Almeida</figcaption></figure>
<p><strong>Rejane Assis, Diretora da Escola Estadual Eponina Soares dos Santos</strong></p>
<p>“Fiquei imensamente feliz por termos sido presenteados com o projeto ‘Estação das Histórias’. Foi uma experiência que trouxe alegria, criatividade e encantamento para nossos alunos, professores e toda a equipe, mostrando às crianças que elas são capazes de ir muito além. O projeto também fortaleceu o companheirismo e o trabalho coletivo dentro da escola, incentivando o desenvolvimento intelectual, social e emocional dos estudantes. A presença dos artistas e parceiros encheu nossa comunidade escolar de amor e entusiasmo. Agradeço profundamente essa parceria — especialmente com a Maxion Montich — que nos ajuda a formar crianças críticas, solidárias e sonhadoras, capazes de ‘alcançar os céus’.”</p>
<figure id="attachment_3966" aria-describedby="caption-attachment-3966" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3966 size-large" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2477-1-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2477-1-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2477-1-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2477-1-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2477-1-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2477-1.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3966" class="wp-caption-text">&#8220;Bate Papo na Biblioteca&#8221; &#8211; Estação das Histórias | EE Eponina Soares dos Santos / foto Luciano Almeida</figcaption></figure>
<p><strong>Tatiana Avelar, Diretora da Escola Estadual Santos Azeredo</strong></p>
<p>“Achei esse projeto encantador! Uma oportunidade única que nossos alunos tiveram de retornar às brincadeiras de rodas, das cantigas, resgatando o nosso folclore brasileiro. Gostaria muito de agradecer a empresa Maxion Montich por essa oportunidade, a toda equipe da escola que colaborou com este momento e aos que elaboraram e que fizeram com bastante carinho esse trabalho com os alunos da nossa escola.”</p>
<figure id="attachment_3935" aria-describedby="caption-attachment-3935" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3935 size-large" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2076-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2076-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2076-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2076-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2076-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2076.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3935" class="wp-caption-text">&#8220;Bate Papo na Biblioteca&#8221; &#8211; Estação das Histórias | EE Elza Moreira Soares / foto Luciano Almeida</figcaption></figure>
<p><strong>Simone Francisca, professora responsável pela biblioteca da Escola Estadual Elza Moreira Lopes</strong></p>
<p>“Fiquei completamente encantada com as tardes maravilhosas proporcionadas pelo Estação das Histórias. Foram momentos mágicos para nossos alunos, com acesso à cultura, brincadeiras, pintura e histórias que resgataram o folclore brasileiro e reacenderam a criança que existe em cada um de nós. Aqui desenvolvemos o programa ‘Biblioteca Viva’, que incentiva leitura, protagonismo e compartilhamento de livros, e ver nossos alunos tão encantados com o ‘Estação das Histórias’, reforça o quanto esses trabalhos transformam vidas. Sou muito grata por essa experiência inesquecível que trouxe ainda mais sentido ao nosso projeto e à formação dos nossos estudantes.”</p>
<figure id="attachment_3951" aria-describedby="caption-attachment-3951" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3951 size-large" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2405-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2405-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2405-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2405-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2405-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2405.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3951" class="wp-caption-text"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">&#8220;Mostra de Espetáculos&#8221; &#8211; Estação das Histórias | EE Elza Moreira Soares / foto Luciano Almeida</span></span></span></span></figcaption></figure>
<p><strong>Simone de França, representante da Superintendência Estadual de Educação em Sete Lagoas</strong></p>
<p>“Tive a alegria de representar a Superintendência Estadual de Educação em uma das apresentações da Escola Elza Moreira Lopes e acompanhar o lindo trabalho do projeto ‘Estação das Histórias’. Fiquei encantada com a dedicação, criatividade e carinho da equipe, que trouxe às crianças um momento de diversão e incentivo à leitura. A presença da autora Nana tornou tudo ainda mais especial, envolvendo os alunos e despertando neles o gosto por ler e escrever. Parabenizo profundamente o ‘Estação das Histórias’ pelo impacto educativo e humano que leva às escolas. Também agradeço e valorizo o apoio da Maxion Montich, cuja parceria tornou possível esse momento tão significativo.”</p>
<figure id="attachment_3963" aria-describedby="caption-attachment-3963" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3963 size-large" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/100A7178-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/100A7178-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/100A7178-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/100A7178-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/100A7178-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/100A7178.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3963" class="wp-caption-text">&#8220;Trem das Brincadeiras&#8221; &#8211; Estação das Histórias  | EE Eponina Soares dos Santos / foto Luciano Almeida</figcaption></figure>
<p><strong>Jacylene Barbosa, intérprete de Libras e Contadora de Histórias, participante do projeto Estação das Histórias</strong></p>
<p>“Participei durante o ano de 2025 do projeto ‘Estação das Histórias’ em Sete Lagoas em duas oportunidades. Foi simplesmente maravilhoso! As crianças ficaram encantadas, sempre curiosas e cheias de expectativa a cada momento — o famoso ‘era uma vez’ realmente iluminou o olhar delas. Como intérprete de Libras, também vivi um momento especial durante o bate-papo na biblioteca, quando os alunos quiseram saber como funciona a sinalização, reforçando a importância da inclusão. Foram dias leves, alegres e muito significativos para todos nós.”</p>
<figure id="attachment_3937" aria-describedby="caption-attachment-3937" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3937 size-large" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2285-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2285-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2285-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2285-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2285-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2285.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3937" class="wp-caption-text"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">&#8220;Mostra de Espetáculos&#8221; &#8211; Estação das Histórias | EE Elza Moreira Soares / foto Luciano Almeida</span></span></span></span></figcaption></figure>
<p><strong>Sabrina Avelar, coordenadora de RH da Maxion Montich do Brasil</strong></p>
<p>“A Maxion Montich acredita fortemente que investir em ações sociais focadas na educação é uma forma transformadora de uma empresa contribuir para o desenvolvimento sustentável da sociedade. Ao apoiar iniciativas educacionais, a organização fortalece a formação de talentos, reduz desigualdades, promove cidadania e amplia as oportunidades de futuro para crianças, jovens e adultos. Além disso, esse investimento gera impacto direto na construção de uma comunidade mais qualificada e preparada, reforçando a responsabilidade social corporativa, criando um legado positivo que transcende resultados financeiros. Assim, ao patrocinarmos o projeto ‘Estação das Histórias’, aproximamos nossa empresa da comunidade escolar, proporcionando aos alunos contato e vivência com leituras, escritores, contadores de histórias, brincadeiras de rodas, espetáculos, fortalecendo a conexão entre cultura e educação. Foi engrandecedor atuarmos nesse projeto que logrou êxito e marcou as escolas participantes e todos os envolvidos.”</p>
<figure id="attachment_3932" aria-describedby="caption-attachment-3932" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3932 size-large" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2413-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2413-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2413-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2413-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2413-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2413.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3932" class="wp-caption-text"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">&#8220;Mostra de Espetáculos&#8221; &#8211; Estação das Histórias | EE Elza Moreira Soares / foto Luciano Almeida</span></span></span></span></figcaption></figure>
<p>Assim, a analogia entre chassis e educação nos lembra que todos nós precisamos de uma base forte para seguir adiante. Ao investir em cultura e educação, a Maxion Montich mostrou sua preocupação em alinhar inovação industrial e transformação social, contribuindo para formar cidadãos mais criativos, críticos, capazes de sonhar e preparados para os desafios do futuro.</p>
<figure id="attachment_3949" aria-describedby="caption-attachment-3949" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3949 size-large" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2839-2-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2839-2-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2839-2-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2839-2-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2839-2-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2025/11/126A2839-2.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3949" class="wp-caption-text"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">&#8220;Mostra de Espetáculos&#8221; &#8211; Estação das Histórias | EE Eponina Soares dos Santos / foto Luciano Almeida</span></span></span></span></figcaption></figure>
<p>Porque, no fim das contas, estamos todos juntos nessa longa estrada da vida. E quando empresas, escolas e comunidades caminham lado a lado, torna-se possível construir novas — e emocionantes — histórias que movem pessoas, territórios e futuros!</p>
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		<title>Lugares da Inconfidência: caminhadas, oficinas e memória em movimento</title>
		<link>https://planetacultura.com.br/lugares-da-inconfidencia-caminhadas-oficinas-e-memoria-em-movimento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rayssa Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 17:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conexões Criativas]]></category>
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					<description><![CDATA[Oficinas educativas, walk tours e caminhadas guiadas conectam pessoas aos lugares simbólicos da Inconfidência Mineira, transformando o território em experiência viva de aprendizado e pertencimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="299" data-end="805">O vídeo <strong data-start="320" data-end="348">Lugares da Inconfidência</strong> registra um conjunto de ações culturais e educativas que articularam <strong data-start="418" data-end="440">oficinas criativas</strong>, <strong data-start="442" data-end="456">walk tours</strong> e <strong data-start="459" data-end="481" data-is-only-node="">caminhadas guiadas</strong> por espaços emblemáticos ligados à Inconfidência Mineira e ao patrimônio urbano de <strong data-start="565" data-end="606"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Ouro Preto</span></span></strong>. Concebidas como percursos de aprendizagem no território, as atividades aproximaram estudantes, educadores e comunidade da cidade como lugar de memória, escuta e construção coletiva de conhecimento.</p>
<p data-start="807" data-end="1221">Com mediação de guias de turismo, arte-educadores e artistas locais, as ações ampliaram o olhar sobre ruas, monumentos e paisagens históricas, promovendo o contato direto com os símbolos que marcaram a história mineira. As oficinas — como a criação de mini maquetes do patrimônio e experiências artísticas sensoriais — dialogaram com as caminhadas, estimulando reflexão, criatividade e sentimento de pertencimento.</p>
<p data-start="1223" data-end="1520">Realizado em parceria com o programa <strong data-start="1260" data-end="1301"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Ouro Preto – O Meu Lugar</span></span></strong>, desenvolvido pela <strong data-start="1321" data-end="1362"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Casa do Professor</span></span></strong>, o projeto reafirmou metodologias ativas e territorializadas, nas quais o espaço urbano foi compreendido como campo de aprendizagem e transformação cultural.</p>
<p data-start="1522" data-end="1638" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="1525" data-end="1638" data-is-last-node="">Assista ao vídeo e percorra os Lugares da Inconfidência, onde história, educação e território se encontraram.</p>
<p></strong></p>
<p><iframe title="Lugares da Inconfidência - Semana da Inconfidência 2025" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/xE3t3_INE-E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p data-start="1522" data-end="1638" data-is-last-node="" data-is-only-node="">
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Liberdade para Brincar: arte, jogos e imaginação nos territórios da infância</title>
		<link>https://planetacultura.com.br/liberdade-para-brincar-arte-jogos-e-imaginacao-nos-territorios-da-infancia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rayssa Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 17:01:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conexões Criativas]]></category>
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					<description><![CDATA[Brincadeiras, jogos tradicionais e experiências artísticas transformam espaços públicos em territórios de alegria, convidando crianças e adultos a redescobrir o direito de brincar com cultura e liberdade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="311" data-end="746">O vídeo <strong data-start="332" data-end="358">Liberdade para Brincar</strong> registra uma ação cultural que integra a <strong data-start="400" data-end="439">Semana da Inconfidência em Conexões 2025</strong>, promovendo encontros onde o brincar é linguagem, memória e criação coletiva. Entre jogos tradicionais, músicas, oficinas e experimentações corporais, crianças, famílias e artistas ocupam os espaços com movimento, riso e imaginação, reafirmando o brincar como direito fundamental e expressão cultural viva.</p>
<p data-start="748" data-end="1171">Realizada em parceria com o <strong data-start="776" data-end="817"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Clube Osquindô</span></span></strong>, a iniciativa cria ambientes acolhedores e inclusivos, conectando arte e educação de forma lúdica. Inspirada em práticas do <strong data-start="979" data-end="1004">Território do Brincar</strong> e em diálogo com a <strong data-start="1024" data-end="1053">Semana Mundial do Brincar</strong>, a ação valoriza a cultura mineira ao convidar todos a voltar a ser criança — com liberdade, sensibilidade e alegria.</p>
<p>A Semana da Inconfidência em Conexões conta com patrocínio da Cemig, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, com idealização da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP), apoio do Instituto Território Criativo e da Prefeitura Municipal de Ouro Preto. A realização é da Planeta Cultura e Sustentabilidade, da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais e Governo de Minas Gerais</p>
<p data-start="1173" data-end="1285" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="1176" data-end="1285" data-is-last-node="">Assista ao vídeo e viva a Liberdade para Brincar: um convite à infância, à arte e à cultura em movimento.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Liberdade Para Brincar - Semana da Inconfidência 2025" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/MEazSh3rdYs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p data-start="1173" data-end="1285" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><strong data-start="1176" data-end="1285" data-is-last-node=""> </strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Territórios Culturais da Semana da Inconfidência em Conexões 2025</title>
		<link>https://planetacultura.com.br/territorios-culturais-da-semana-da-inconfidencia-em-conexoes-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rayssa Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 16:44:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Semana da Inconfidência em Conexões]]></category>
		<category><![CDATA[Cemig]]></category>
		<category><![CDATA[Semana da Inconfidência]]></category>
		<category><![CDATA[Tiradentes]]></category>
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					<description><![CDATA[Shows, espetáculos e cortejos transformam os territórios históricos em espaços de encontro, criação e celebração da cultura durante a Semana da Inconfidência em Conexões 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="298" data-end="757">O vídeo <strong data-start="306" data-end="364">Territórios – Semana da Inconfidência em Conexões 2025</strong> apresenta um recorte sensível e vibrante das manifestações culturais que integraram a programação do evento, evidenciando a força da arte como linguagem de encontro, memória e pertencimento. Shows musicais, espetáculos cênicos e cortejos artísticos ocupam ruas e espaços simbólicos, transformando o território em palco e ampliando o diálogo entre patrimônio histórico e criação contemporânea.</p>
<p data-start="759" data-end="1101">A partir de uma curadoria que valoriza a diversidade de expressões culturais, o projeto revela como a cultura atua na ativação dos espaços urbanos e na construção de experiências coletivas, conectando artistas, públicos e tradições em uma programação que celebra a identidade cultural mineira por meio da música, do teatro e das artes de rua.</p>
<p>A Semana da Inconfidência em Conexões conta com patrocínio da Cemig, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, com idealização da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP), apoio do Instituto Território Criativo e da Prefeitura Municipal de Ouro Preto. A realização é da Planeta Cultura e Sustentabilidade, da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais e Governo de Minas Gerais</p>
<p data-start="1103" data-end="1207"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="1106" data-end="1207">Assista ao vídeo e vivencie os territórios culturais da Semana da Inconfidência em Conexões 2025.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Territórios - Semana da Inconfidência 2025" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/y0tW2uMB8X8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p data-start="1103" data-end="1207"><strong data-start="1106" data-end="1207"> </strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Uma semana para potencializar a arte e a educação em Várzea da Palma, no Norte de Minas Gerais</title>
		<link>https://planetacultura.com.br/uma-semana-para-potencializar-a-arte-e-a-educacao-em-varzea-da-palma-no-norte-de-minas-gerais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rayssa Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Oct 2024 11:10:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lab. Conexão]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Criativa]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[estação das histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Vicintim]]></category>
		<category><![CDATA[Lab Conexão Segunda Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Norte de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[projetos culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Rima Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Várzea da Palma]]></category>
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					<description><![CDATA[De 07 a 10 de novembro, a Semana Lab. Conexão potencializa a criatividade, a arte e a educação nos territórios
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">m Várzea da Palma, cidade norte-mineira, a arte e a educação tomam conta do município, de 7 a 10 de novembro, com a </span><b>Semana Lab. Conexão</b><span style="font-weight: 400;">. A semana é dedicada a oficinas para os professores das redes pública e privada de educação, com o objetivo de aprimorar as práticas pedagógicas por meio da arte e da leitura. Espetáculos teatrais abertos ao público vão encantar a população da cidade. Todas as atividades são gratuitas. Para participar das oficinas, é preciso fazer inscrições</span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSef1ttxuCJAEoFUbu3gKRs9-3INOl8d-kr6Jg-5c7OkOksChA/viewform"> <b>neste link</b></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">A </span><b>Semana Lab. Conexão</b><span style="font-weight: 400;"> começa no dia </span><b>07 de novembro, terça-feira, às 19h</b><span style="font-weight: 400;">, com a Estação das Histórias e o espetáculo </span><b><i>Bonecoteca</i></b><span style="font-weight: 400;">, da contadora de histórias Nana, na Praça de Eventos. Na </span><b>quarta</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>08 de novembro</b><span style="font-weight: 400;">, começa o primeiro dia da oficina </span><b><i>Máscaras da Folia de Reis</i></b><span style="font-weight: 400;">, com o Eco das Artes, das </span><b>8h às 12h</b><span style="font-weight: 400;">, na Praça de Eventos. Às </span><b>10h</b><span style="font-weight: 400;">, o povoado de Porteiras vai se encantar com a Estação das Histórias e o espetáculo </span><b><i>Bonecoteca</i></b><span style="font-weight: 400;">, da contadora de histórias Nana, no Centro Comunitário. À tarde, são duas oficinas: das </span><b>13h às 17h</b><span style="font-weight: 400;">, na Escola Municipal Ciro Maciel do povoado de Porteiras, Nana comanda a oficina </span><b><i>A viagem – Mediação de leitura além do livro</i></b><span style="font-weight: 400;">; e também das </span><b>13h às 17h</b><span style="font-weight: 400;">, na Praça de Eventos, a oficina </span><b><i>Sons para educar</i></b><span style="font-weight: 400;">, com Euller Alves.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">O dia 09 de novembro tem o segundo dia da oficina </span><b><i>Máscaras da Folia de Reis</i></b><span style="font-weight: 400;">, com Eco das Artes, das </span><b>8h às 12h</b><span style="font-weight: 400;"> na Praça de Eventos. O povoado de Guaicuí vai se encantar com o espetáculo </span><b><i>Bonecoteca</i></b><span style="font-weight: 400;">, da contadora de histórias Nana, às </span><b>10h</b><span style="font-weight: 400;">, na Praça Principal. À tarde, mais duas oficinas: na Escola Profª. Dulce de Oliveira Mota, no povoado de Guaicuí, das </span><b>13h às 17h</b><span style="font-weight: 400;">, Nana traz a oficina </span><b><i>A viagem – Mediação de leitura além do livro</i></b><span style="font-weight: 400;">; e também das </span><b>13h às 17h</b><span style="font-weight: 400;">, na Praça de Eventos, a oficina </span><b><i>Teatro como ferramenta pedagógica</i></b><span style="font-weight: 400;">, com Cássio Almeida, na Praça de Eventos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">Em </span><b>10 de novembro, sexta-feira</b><span style="font-weight: 400;">, a oficina </span><b><i>Artesanato Cênico</i></b><span style="font-weight: 400;">, com Nana, acontece das </span><b>8h às 12h</b><span style="font-weight: 400;">, na Praça de Eventos. E a </span><b>Semana Lab. Conexão</b><span style="font-weight: 400;"> se encerra às </span><b>19h</b><span style="font-weight: 400;">, com o espetáculo </span><b><i>Ciranda da Africanidade</i></b><span style="font-weight: 400;">, com Bem-Te-Conto</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">A </span><b><i>Semana Lab.Conexão</i></b><span style="font-weight: 400;"> integra o Projeto Lab. Conexão &#8211; 2° Edição  realizado com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura &#8211; Patrocínio: Rima Industrial; Apoio da Fundação Vicintin, Prefeitura de Buritizeiro; Secretária de Educação de Buritizeiro. Realização da Planeta Cultura &amp; Sustentabilidade e Ministério da Cultura &#8211; União e Reconstrução.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<figure id="attachment_2682" aria-describedby="caption-attachment-2682" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2682" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/16-1-1024x683.png" alt="" width="600" height="400" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/16-1-1024x683.png 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/16-1-300x200.png 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/16-1-768x512.png 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/16-1-1536x1024.png 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/16-1.png 2048w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2682" class="wp-caption-text">Mostra Estação das Histórias | Foto: Raed Travizane</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Espetáculos</b></p>
<p><b><i>Bonecoteca</i></b><i><span style="font-weight: 400;">, com Nana: </span></i><span style="font-weight: 400;">imagine um espetáculo em que o público, além de ouvir boas histórias, ainda aprende e interage com os bonecos! São mais de dez em cena. Vem aí Bonecoteca… aguardem!!!!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><b><i>Ciranda da Africanidade</i></b><b>, </b><i><span style="font-weight: 400;">com Bem-Te-Conto</span></i><span style="font-weight: 400;">: um espetáculo que envolve, música, dança, boas histórias e muita alegria, em uma performance artística idealizada e apresentada pelo grupo Bem-te-conto com o intuito de valorizar a cultura afrodescendente e contribuir com a implementação da lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino, em todas as escolas, da contribuição do povo negro na cultura brasileira.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Oficinas</b></p>
<p><b><i>Máscaras de Folia de Reis</i></b><i><span style="font-weight: 400;">, com Eco das Artes</span></i><span style="font-weight: 400;">: os participantes aprendem técnicas especiais do papier collé, a partir da criação de máscaras típicas das Festas da Folia de Reis. O aprendizado permite que os participantes se apropriem da técnica para o desenvolvimento de máscaras de diferentes temas. É um poderoso recurso cultural e pedagógico, que pode ser aplicado no contexto educacional e das artes em geral.  </span><i><span style="font-weight: 400;">A oficina tem duração de 8h e é dividida em dois dias.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><b><i>Sons para educar</i></b><i><span style="font-weight: 400;">, com Euller Alves</span></i><span style="font-weight: 400;">: aborda as possibilidades da música como instrumento de educação, apresentando o universo sonoro e colocando os participantes em contato com grande variedade de sons que podem ser produzidos pela voz humana, pelo corpo, pela natureza, pelos objetos do dia a dia e por sucatas, transformando-os em música para educar. Trabalha também as possibilidades de se extrair sons dos objetos em sua forma natural. Em um momento, há a construção de pequenos instrumentos por meio da reutilização de objetos que seriam descartados no lixo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><b><i>A viagem – Mediação de leitura além do livro</i></b><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">com Nana</span></i><span style="font-weight: 400;">: o objetivo é despertar o gosto pela leitura por diversas formas, sempre com muita criatividade, para mostrar a todas e todas que ler é uma viagem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><b><i>Teatro como ferramenta pedagógica</i></b><i><span style="font-weight: 400;">, com Cássio Almeida</span></i><span style="font-weight: 400;">: o teatro é sinônimo de emoção, de alegria e diversão, por onde passa, causa grande alvoroço devido aos personagens, figurinos, adereços e toda a sua peculiaridade. Uma das maiores riquezas desta arte está no seu grande potencial para o auxílio das práticas pedagógicas escolares e sociais, o que é ainda pouco utilizado, e o que impulsionou a elaboração desta oficina. O teatro favorece o desenvolvimento social e intelectual, facilitando o processo de ensino-aprendizagem e experiências sociais, o estímulo à imaginação é essencial para que os diversos conceitos trabalhados e vivenciados na escola possam ser mais bem compreendidos pelos alunos. Com muita alegria, dinâmicas e jogos dramáticos e teatrais esta oficina busca proporcionar aos envolvidos a vivência da arte teatral e suas linguagens, de forma a serem aplicadas em sala de aula</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><b><i>Artesanato cênico,</i></b><i><span style="font-weight: 400;"> com Nana</span></i><span style="font-weight: 400;">: os participantes aprendem do zero a confeccionar instrumentos, brinquedos e apetrechos para contação de histórias. São utilizados materiais e modelos de referência para enriquecer a visão dos participantes ao final da oficina. As atividades são desenvolvidas também com ênfase na utilização de material de base reciclável. </span><i><span style="font-weight: 400;">Os participantes devem levar garrafa PET e embalagem de ovo. </span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><i><span style="font-weight: 400;"><strong>Roda de Conversa: Projetos Culturais e Trocas de Práticas Pedagógicas</strong> com Rayssa Amaral: Os participantes serão convidados a compartilhar seus projetos e aprenderão como transformar as práticas pedagógicas em projetos para os mecanismos de leis de incentivo. A atividade convida educadores e agentes culturais a aprenderem sobre elaboração de projetos e captação de recursos. </span></i></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_2144" aria-describedby="caption-attachment-2144" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2144" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/06/PSX_20231020_074249-1024x682.jpg" alt="" width="600" height="400" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/06/PSX_20231020_074249-1024x682.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/06/PSX_20231020_074249-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/06/PSX_20231020_074249-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/06/PSX_20231020_074249-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/06/PSX_20231020_074249.jpg 2000w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2144" class="wp-caption-text">Lab Conexão em Pirapora | Foto: Luciano Almeida</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Os artistas</b></p>
<p><b><i>Eco das Artes</i></b><span style="font-weight: 400;"> é um núcleo artístico que une arte, cultura e sustentabilidade, formado pelos arte-educadores Euler Alves e Narly Simões. A dupla acumula experiências de arte-educação em alguns dos principais festivais e eventos de referência para a cultura mineira no Brasil e no exterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><b><i>Nana</i></b><span style="font-weight: 400;"> é Bruna Bernardes, mineira, bacharel em Turismo, acadêmica de Pedagogia, pós-graduada em Jogos, brinquedos e recreação na educação infantil, Docência superior, Literatura infantojuvenil e Arte e música na educação infantil. É brincante, ventríloqua, contadora de histórias, bonequeira, escritora e musicista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><b><i>Euller Alves </i></b><span style="font-weight: 400;">é multiartista, arte educador, músico com ampla experiência profissional e acadêmica no Brasil e no exterior. Estudou por nove anos na Fundação de Educação Artística, em Belo Horizonte, fez residência artística por um ano na Irlanda. É professor de artes e música. Possui um CD gravado com músicas próprias e já participou como artista convidado na gravação de CDs de várias bandas como Osquindô, Seu Juvenal, Banda de Clara e outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><b><i>Cássio Almeida </i></b><span style="font-weight: 400;">é dramaturgo, ator e diretor teatral, fundador do Grupo ANJOHS de Bocaiúva. É graduado em Artes/Ênfase Teatro pela Universidade Estadual de Montes Claros, com pós-graduação em Produção Cultural pelo Senac São Paulo. É produtor cultural, professor da rede pública e privada de ensino.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><b><i>Bem-Te-Conto</i></b><span style="font-weight: 400;"> é criação da psicopedagoga Cristina Souza da Silva e do professor Bruno Rodrigo. A dupla trabalha com ativismo literário, tratando a leitura como direito de todos. Buscam, também, trabalhar a africanidade por meio de livros.</span></p>
<p><em><strong>Rayssa Amaral:</strong> </em>Jornalista e gestora cultural, é produtora executiva da Planeta Cultura e Sustentabilidade e coordena a produção da série conexões, incluindo o Lab Conexão &#8211; Segunda Edição.</p>
<p><i><span style="font-weight: 400;"> </span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;"> </span></i></p>
<p><b>Programação Várzea da Palma</b></p>
<p><b>07 de novembro &#8211; terça-feira</b></p>
<p><b>19h &#8211; </b><span style="font-weight: 400;">Abertura com </span><i><span style="font-weight: 400;">Estação das Histórias</span></i><span style="font-weight: 400;">: Espetáculo </span><i><span style="font-weight: 400;">Bonecoteca</span></i><span style="font-weight: 400;">, com Nana</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Praça de Eventos</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Entrada franca</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><b>08 de novembro &#8211; quarta-feira</b></p>
<p><b>8h às 12h &#8211; </b><span style="font-weight: 400;">Oficina </span><i><span style="font-weight: 400;">Máscaras da Folia de Reis</span></i><span style="font-weight: 400;">, com Eco das Artes &#8211; 1º dia</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Praça de Eventos</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Inscreva-se</span></i><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSef1ttxuCJAEoFUbu3gKRs9-3INOl8d-kr6Jg-5c7OkOksChA/viewform"> <i><span style="font-weight: 400;">aqui</span></i></a></p>
<p><b>10h &#8211; </b><i><span style="font-weight: 400;">Estação das Histórias</span></i><span style="font-weight: 400;">: Espetáculo </span><i><span style="font-weight: 400;">Bonecoteca</span></i><span style="font-weight: 400;">, com Nana</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Centro Comunitário do povoado de Porteiras</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Entrada franca</span></i></p>
<p><b>13h às 17h &#8211; </b><span style="font-weight: 400;">Oficina </span><i><span style="font-weight: 400;">Sons para Educar</span></i><span style="font-weight: 400;">, com Euller Alves</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Praça de Eventos</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Inscreva-se</span></i><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSef1ttxuCJAEoFUbu3gKRs9-3INOl8d-kr6Jg-5c7OkOksChA/viewform"> <i><span style="font-weight: 400;">aqui</span></i></a></p>
<p><b>13h às 17h &#8211; </b><span style="font-weight: 400;">Oficina </span><i><span style="font-weight: 400;">A viagem – Mediação de leitura além do livro</span></i><span style="font-weight: 400;">, com Nana</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Escola Municipal Ciro Maciel, no povoado de Porteiras</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Inscreva-se</span></i><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSef1ttxuCJAEoFUbu3gKRs9-3INOl8d-kr6Jg-5c7OkOksChA/viewform"> <i><span style="font-weight: 400;">aqui</span></i></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><b>09 de novembro &#8211; quinta-feira</b></p>
<p><b>8h às 12h &#8211; </b><span style="font-weight: 400;">Oficina </span><i><span style="font-weight: 400;">Máscaras da Folia de Reis</span></i><span style="font-weight: 400;">, com Eco das Artes &#8211; 2º dia</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Praça de Eventos</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Inscreva-se</span></i><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSef1ttxuCJAEoFUbu3gKRs9-3INOl8d-kr6Jg-5c7OkOksChA/viewform"> <i><span style="font-weight: 400;">aqui</span></i></a></p>
<p><b>10h &#8211; </b><i><span style="font-weight: 400;">Estação das Histórias</span></i><span style="font-weight: 400;">: Espetáculo </span><i><span style="font-weight: 400;">Bonecoteca</span></i><span style="font-weight: 400;">, com Nana</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Praça Principal do povoado de Guaicuí</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Entrada franca</span></i></p>
<p><b>13h às 17h &#8211; </b><span style="font-weight: 400;">Oficina </span><i><span style="font-weight: 400;">Teatro como ferramenta pedagógica</span></i><span style="font-weight: 400;">, com Cássio Almeida</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Praça de Eventos</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Inscreva-se</span></i><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSef1ttxuCJAEoFUbu3gKRs9-3INOl8d-kr6Jg-5c7OkOksChA/viewform"> <i><span style="font-weight: 400;">aqui</span></i></a></p>
<p><b>13h às 17h &#8211; </b><span style="font-weight: 400;">Oficina </span><i><span style="font-weight: 400;">A viagem – Mediação de leitura além do livro</span></i><span style="font-weight: 400;">, com Nana</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Escola Profª. Dulce de Oliveira Mota, no povoado de Guaicuí</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Inscreva-se</span></i><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSef1ttxuCJAEoFUbu3gKRs9-3INOl8d-kr6Jg-5c7OkOksChA/viewform"> <i><span style="font-weight: 400;">aqui</span></i></a></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>10 de novembro &#8211; sexta-feira</b></p>
<p><b>8h às 12h &#8211; </b><span style="font-weight: 400;">Oficina </span><i><span style="font-weight: 400;">Artesanato Cênico</span></i><span style="font-weight: 400;">, com Nana</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Praça de Eventos</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Inscreva-se</span></i><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSef1ttxuCJAEoFUbu3gKRs9-3INOl8d-kr6Jg-5c7OkOksChA/viewform"> <i><span style="font-weight: 400;">aqui</span></i></a></p>
<p><b>13h às 17h &#8211; </b>Roda de Conversa: <em>Projetos Culturais e Trocas de Práticas Pedagógicas</em>, com Rayssa Amaral.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Praça de Eventos</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Inscreva-se</span></i><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSef1ttxuCJAEoFUbu3gKRs9-3INOl8d-kr6Jg-5c7OkOksChA/viewform"> <i><span style="font-weight: 400;">aqui</span></i></a></p>
<p><b>19h</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211; Espetáculo de encerramento </span><i><span style="font-weight: 400;">Ciranda da Africanidade</span></i><span style="font-weight: 400;">, com Bem-Te-Conto</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Praça de Eventos</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Entrada franca</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><b>Inscrições para as oficinas neste <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSef1ttxuCJAEoFUbu3gKRs9-3INOl8d-kr6Jg-5c7OkOksChA/viewform">link</a></b><span style="font-weight: 400;">:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://planetacultura.com.br/uma-semana-para-potencializar-a-arte-e-a-educacao-em-varzea-da-palma-no-norte-de-minas-gerais/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Mostra de Cultura Regional: Cultura e identidade na E.E. José do Patrocínio Pontes no BH/Barreiro</title>
		<link>https://planetacultura.com.br/mostra-de-cultura-regional-cultura-e-identidade-na-e-e-jose-do-patrocinio-pontes-no-bh-barreiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rayssa Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 02:50:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lab. Conexão]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Barreiro]]></category>
		<category><![CDATA[conexão]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[lab conexão]]></category>
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		<category><![CDATA[vallourec]]></category>
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					<description><![CDATA[
A escola integra arte e cultura no currículo com apoio do Projeto Lab Conexão, enriquecendo a educação e fortalecendo a comunidade escolar.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Localizada no bairro Milionários, na região do Barreiro em Belo Horizonte, a Escola Estadual José do Patrocínio Pontes tem sido um marco no desenvolvimento cultural e educacional de seus 997 alunos do ensino fundamental. Com o apoio do projeto Lab Conexão, a escola implementou uma abordagem inovadora que une arte e educação, culminando na realização de uma Mostra de Cultura Regional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste evento interdisciplinar, cada série foi designada a explorar e representar uma região diferente do Brasil, abrangendo ricos aspectos como história, cultura, patrimônio, turismo e gastronomia. Esta iniciativa não apenas destacou a rica diversidade cultural brasileira, mas também promoveu entre os estudantes um entendimento mais profundo e uma valorização das variadas manifestações culturais presentes no país.</span></p>
<blockquote><p><em>&#8220;Estamos aqui com o Lab Conexão, realizando uma parceria que enriqueceu significativamente nossa dinâmica ao longo do ano. A formação das professoras com Sandra Lane foi extremamente proveitosa, e também realizamos oficinas com as bibliotecárias, além de sessões de contação de histórias para os alunos. Esse projeto teve um impacto importante no desenvolvimento dos professores e no trabalho dentro da biblioteca, tornando-o mais pedagógico, lúdico e criativo. Gostaria de agradecer à Vallourec pela oportunidade proporcionada à nossa escola.&#8221; (Wesley Milagres, diretor)</em></p></blockquote>
<figure id="attachment_2741" aria-describedby="caption-attachment-2741" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2741" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1244-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1244-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1244-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1244-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1244-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1244.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-2741" class="wp-caption-text">Mostra de Cultura Regional Brasileira | Foto: Pri Garcia</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A importância de integrar o regionalismo e a cultura no currículo educacional se manifesta vividamente através desta mostra, que criou um espaço para que os alunos expressassem suas aprendizagens através de múltiplas linguagens artísticas como música, dança, e artes culinárias, além de explorar o turismo e o patrimônio cultural, imaterial e natural de cada região. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao fazer isso, a escola não apenas enriqueceu o conhecimento acadêmico dos alunos, mas também fortaleceu sua identidade cultural e social. Este tipo de educação, que enfatiza o aprendizado através da arte, prova ser fundamental para o desenvolvimento de habilidades críticas e criativas, preparando os alunos para serem cidadãos conscientes e engajados em um mundo globalizado, mantendo ao mesmo tempo um forte senso de suas raízes e heranças culturais.</span></p>
<blockquote><p><em>&#8220;Eu sou professora do segundo ano e junto as outras turmas, ficamos responsáveis por mostrar a fauna e a flora das regiões, nossa turma ficou com a regiãonorte e nas minhas pesquisas eu encontrei uma artista, a Raquel Camilo, eu fiquei encantada com o trabalho de colagem dela, tecidos ela trabalha também e os desenhos são todos vindos da floresta amazônica. Então resolvi entrar em contato e ela a todo tempo muito gentil, nos auxiliou no trabalho de colagem, foram expostas também algumas obras dela. Ela me mandou uma carta e eu fiquei apaixonada, porque fomos reconhecidos lá no norte do Brasil e era lá que nós queríamos chegar. (&#8230;) Em uma parte da carta ea diz Falar sobre arte, sobre amazônia, faz com que todos também se amazônizem, voltem seus olhos para essa realidade, se contendo como parte da sua preservação e da preservação infinida. Que as crianças sejam nossa esperança, que sejam sempre no viante, mas que nós sejamos responsáveis por todos.&#8221; (Silvana Fernandes, professora)</em></p></blockquote>
<figure id="attachment_2743" aria-describedby="caption-attachment-2743" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2743" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1263-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1263-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1263-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1263-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1263-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1263.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-2743" class="wp-caption-text">Professora Silvana e alunos na Mostra de Cultura Regional Brasileira | Foto: Pri Garcia</figcaption></figure>
<p>Foram realizados diversos trabalhos interdisciplinares que ligaram arte e educação na construção da Mostra de Cultura Regional Brasileira, cada professora pesquisou e explorou diferentes formas de se trabalhar com as expressões culturais.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;A princípio ficamos um pouco assustados com a feira de cultura, porque é tanta coisa, uma diversidade imensa. Trabalhamos no estado do nordeste e eu particularmente fiquei com o estado de Sergipe. Apesar de ser um estado pequeno, é um estado muito rico, culturalmente falando. Só de festas, são 12 festas. Pesquisando encontramos a festa dos caretas, onde eles colocam máscaras e saem pelas ruas assustando a população em um momento de diversão. Mostrei para os meninos a proposta, eles gostaram e eu fiquei pensando como ia materializar isso. Por sugestão da Patrícia Lima da biblioteca, que já havia feito oficinas com o Lab Conexão, foi de fazer a confecção da máscara com papel maché. Começamos fazendo o formato da máscara com colagem do papel no balão e depois finalizando com papel maché, os alunos amaram a textura, amaram tocar na massa, espalhando e fazendo o trabalho todo, tem a mãozinha deles o tempo todo e finalizamos com a pintura. Foi um processo com descobrimento, muito bacana. Para mim a experiência foi nova, nunca tinha trabalhado com papel maché e vou levar para a educação infantil.&#8221; ( Claudia Marcia, professora do terceiro ano)</em></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<figure id="attachment_2748" aria-describedby="caption-attachment-2748" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2748" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1252-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1252-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1252-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1252-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1252-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1252.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-2748" class="wp-caption-text">Mostra de Cultura Regional Brasileira | Foto: Pri Garcia</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Capacitação Docente e Atividades Interdisciplinares</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para garantir o sucesso deste ambicioso projeto, os 73 docentes da escola participaram ativamente em uma série de oficinas meticulosamente planejadas, cujo objetivo era aprimorar a integração de diversas linguagens artísticas e educacionais no currículo. Uma das iniciativas mais destacadas foi a oficina &#8220;Kamishibai Brasil na Sala de Aula&#8221;, ministrada por Sandra Lane. Neste módulo, os professores foram imersos na arte tradicional japonesa do kamishibai, uma técnica de contar histórias que utiliza um teatro de papel ilustrado, enriquecendo significativamente suas metodologias de ensino com um enfoque visual e narrativo.</span></p>
<figure id="attachment_2744" aria-describedby="caption-attachment-2744" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2744" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG-20230825-WA0048-EDIT-1024x523.jpg" alt="" width="800" height="409" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG-20230825-WA0048-EDIT-1024x523.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG-20230825-WA0048-EDIT-300x153.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG-20230825-WA0048-EDIT-768x392.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG-20230825-WA0048-EDIT.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-2744" class="wp-caption-text">Oficina Kamishibai Brasil na Sala de aula &#8211; Sandra Lane | Foto: Nana</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><i><span style="font-weight: 400;">“Eu trabalho há muitos anos aqui no José do Patrocínio da Silva Pontes e tivemos o prazer e privilégio de ter um curso sobre o Kamishibai. E dentro dessas perspectivas eu trabalhei na minha turma do terceiro ano do ensino fundamental e foi excelente, foi um progresso e tanto. Aí dentro disso eu trabalhei com os alunos, eles montaram a história deles, início, meio e fim, com desenhos e usamos o butai. E dentro do butai eles foram contando as histórias e já usamos umas três ou quatro vezes. Então essa conexão foi maravilhosa, tivemos um retorno maravilhoso, os meninos estão amando e estaremos sempre usando. Façam uso do kamishibai porque vale a pena. “(Fátima Aparecida Ribeiro, professora)</span></i></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Paralelamente, os técnicos de biblioteca da escola foram envolvidos em um treinamento intensivo chamado &#8220;Fábrica de Histórias&#8221;, liderado por Nana. Este programa foi especialmente desenvolvido para reforçar suas competências em narração e fomentar um ambiente de leitura mais engajado e interativo. Esta capacitação visava não apenas melhorar as habilidades individuais dos bibliotecários, mas também transformar a biblioteca em um centro dinâmico de aprendizado e descoberta literária.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><i><span style="font-weight: 400;">“Participei da oficina da Nana, foi uma oficina muito boa pra gente, porque agregou valores para fazer a gente passar para as crianças. Eu trabalho na sala de recursos e o que mais a gente tá utilizando hoje é um palhacinho que ela passou pra gente e fizemos com 500 crianças. E eles gostaram demais. Foi super divertido!” (Adriane Martins, professora de recursos)</span></i></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<figure id="attachment_2745" aria-describedby="caption-attachment-2745" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2745 size-large" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1247-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1247-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1247-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1247-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1247-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1247.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-2745" class="wp-caption-text">Mostra de Cultura Regional Brasileira | Foto: Pri Garcia</figcaption></figure>
<h4>
<b>Espetáculos Teatrais e Diálogo com Escritores</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O ciclo criativo do Lab Conexão para os alunos, incluiu espetáculos como &#8220;Primavera de Histórias&#8221; com Sandra Lane e Wilmar Rocha, &#8220;Pequeno Grande Encontro&#8221; com a Cia Lunática, e &#8220;Viajando o Mundo com Histórias&#8221; por Renata Camargos. Essas apresentações serviram como uma extensão prática dos temas explorados nas salas de aula, permitindo aos alunos experimentar diversas formas de expressão artística e narrativa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Adicionalmente, os estudantes tiveram a oportunidade de interagir diretamente com Renata Camargos, autora dos livros &#8220;Escola Azul&#8221; e &#8220;Valentim: O leãozinho forte e valente&#8221;, em sessões de perguntas e respostas que enriqueceram sua experiência de aprendizado e inspiração.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_2747" aria-describedby="caption-attachment-2747" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2747" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/100A3753-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/100A3753-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/100A3753-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/100A3753-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/100A3753-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/100A3753-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-2747" class="wp-caption-text">Pequeno Grande Encontro | Foto: Luciano Almeida</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Desafios e Práticas Pedagógicas Inovadoras</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Integrar quase mil alunos em um projeto tão abrangente apresentou desafios logísticos e pedagógicos significativos. No entanto, a escola superou essas barreiras adotando práticas educacionais inclusivas e interativas.  </span><span style="font-weight: 400;">A estratégia adotada envolveu uma colaboração estreita entre docentes e a coordenação do projeto para garantir que cada aluno pudesse contribuir e se beneficiar das atividades propostas. Este esforço coletivo não só fortaleceu o senso de comunidade e pertencimento entre os alunos, mas também reafirmou a importância de práticas pedagógicas que encorajam a participação ativa e o engajamento em aprendizados multidisciplinares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sucesso da Mostra de Cultura Regional e das atividades relacionadas na Escola Estadual José do Patrocínio Pontes é um testemunho do poder das artes e da educação integrada. Ao conectar alunos, professores e a comunidade em um diálogo educacional e cultural enriquecedor, a escola não apenas eleva o padrão de ensino, mas também prepara seus alunos para serem cidadãos conscientes e criativos em um mundo diversificado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_2746" aria-describedby="caption-attachment-2746" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2746" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/33-4-1024x683.png" alt="" width="800" height="534" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/33-4-1024x683.png 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/33-4-300x200.png 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/33-4-768x512.png 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/33-4-1536x1024.png 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/33-4.png 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-2746" class="wp-caption-text">Bate papo com autor | Foto: Raed Travizane</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Serviço</strong></h4>
<p>Lei Federal de Incentivo à Cultura<br />
Patrocínio: Vallourec<br />
Parceria: Instituto Território Criativo<br />
Realização: Planeta Cultura e Sustentabilidade | Ministério da Cultura | Governo Federal União e Reconstrução</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Promovendo Valores Humanos Através da Arte-Educação na E. E. Padre João Botelho no BH/Barreiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rayssa Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 12:19:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lab. Conexão]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Barreiro]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[lab conexão]]></category>
		<category><![CDATA[laboratório]]></category>
		<category><![CDATA[lei rouanet]]></category>
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					<description><![CDATA[Descubra como a Escola Estadual Padre João Botelho integra arte-educação e valores humanos no currículo para enriquecer a experiência de aprendizagem e promover o desenvolvimento ético dos alunos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Localizada no bairro das Indústrias I, na região do Barreiro em Belo Horizonte, a Escola Estadual Padre João Botelho implementou uma série de atividades artísticas e educacionais destinadas a enriquecer o aprendizado dos alunos. Essas iniciativas foram desenvolvidas em colaboração com um programa escolar focado em valores, visando reforçar princípios éticos essenciais como respeito, justiça e honestidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em parceria com o Lab Conxão e por meio de métodos interativos e inovadores ligados a elementos lúdicos, a escola proporcionou aos estudantes um ambiente de aprendizagem dinâmico e enriquecedor, onde a arte e a educação caminham juntas na formação de cidadãos conscientes e preparados para o futuro.</span></p>
<blockquote><p><i><span style="font-weight: 400;">“É muito importante trazer a arte para as escolas, principalmente porque ela incentiva os alunos à leitura. Nos encontros da biblioteca, por exemplo, há rodas de conversa que ajudam os alunos a se acostumarem com a leitura e a cultura. Além disso, há também apresentações que complementam esse processo. Essas atividades são fundamentais e fazem muita falta, sendo extremamente benéficas para os alunos.” (Luciana Souza, diretora)</span></i></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_2715" aria-describedby="caption-attachment-2715" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2715" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/8-1024x683.png" alt="" width="600" height="400" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/8-1024x683.png 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/8-300x200.png 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/8-768x512.png 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/8-1536x1024.png 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/8.png 2048w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2715" class="wp-caption-text">Encontro com a biblioteca | Foto: Raed Travizane</figcaption></figure></blockquote>
<h4><b>A Importância de Incutir Valores Humanos na Educação</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Na sociedade contemporânea, a educação transcende a mera transmissão de conhecimento acadêmico; ela também serve como um pilar para a construção do caráter e o desenvolvimento de valores humanos. A integração desses valores na educação formal é crucial, pois prepara os estudantes para atuar de maneira responsável e ética em diversas situações da vida. </span></p>
<blockquote><p><em>&#8220;Estávamos desenvolvendo um projeto chamado Valores, Essência da Vida, e esse projeto começou com pequenas atividades dentro da sala de aula, que se estenderam para os momentos comuns dos alunos, como recreios e excursões. Ele culminou em uma grande festa que fizemos aqui, envolvendo toda a comunidade. Todas as famílias foram convidadas para participar desse evento na escola. Além disso, o Lab Conexão contribuiu com um momento de formação para os professores, e na Semana das Crianças, o projeto apresentou um lindo teatro com os alunos, encerrando nossa semana de comemoração de maneira especial e deixando a manhã das crianças ainda mais alegre e feliz.&#8221; (Fernanda Ricardo, professora de Educação Física&#8221;</em></p></blockquote>
<figure id="attachment_2717" aria-describedby="caption-attachment-2717" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2717" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG_20230916_093832641-3-1024x576.jpg" alt="" width="600" height="338" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG_20230916_093832641-3-1024x576.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG_20230916_093832641-3-300x169.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG_20230916_093832641-3-768x432.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG_20230916_093832641-3-1536x864.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG_20230916_093832641-3-2048x1152.jpg 2048w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2717" class="wp-caption-text">Projeto de Valores | Foto: Nana</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">No contexto da Escola Estadual Padre João Botelho, foi escolhido trabalhar o lúdico com os alunos, assim o Lab Conexão levou a oficina de Musicalização Brincante, realizada pelo Estação Criativa, e o encontro com biblioteca com a temática de contação de histórias com Nana, que não só auxiliaram no enriquecimento da experiência educacional dos alunos, como também proporcionaram uma plataforma dinâmica para a discussão e reflexão sobre tais valores essenciais. </span></p>
<blockquote><p><i>“Meu nome é Vanda, e eu sou professora de Lúdico e Biblioteca na Escola Estadual Padre João Botelho. Tive a oportunidade de participar, junto com minhas colegas de trabalho, de uma oficina de brincadeiras cantadas que foi conduzida por uma equipe muito bacana e profissional. Tive muitas oportunidades de aprendizado, que posso aplicar tanto na minha profissão quanto na minha vida pessoal. Esse aprendizado de brincadeiras será especialmente valioso para transmitir aos meus alunos como professora de biblioteca.”</i></p>
<figure id="attachment_2718" aria-describedby="caption-attachment-2718" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2718" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG_6437-1-1024x768.jpg" alt="" width="600" height="450" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG_6437-1-1024x768.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG_6437-1-300x225.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG_6437-1-768x576.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG_6437-1-1536x1152.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG_6437-1-2048x1536.jpg 2048w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2718" class="wp-caption-text">Oficina Brincadeiras Cantadas &#8211; Estação Criativa</figcaption></figure></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Estas atividades estão alinhadas com as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que enfatiza a educação como um meio para o desenvolvimento integral do ser, incluindo a formação ética e moral.</span></p>
<blockquote><p>&#8220;O projeto Lab Conexão tem nos auxiliado muito e tem sido uma parceria excelente para os projetos que desenvolvemos na escola. Especificamente, este ano desenvolvemos o projeto de valores, cujo tema era &#8220;Valores Essenciais à Vida&#8221;. O projeto Labo Conexão colaborou bastante conosco, permitindo que trabalhássemos as habilidades e competências propostas pela BNCC. Tudo que eles proporcionaram, como teatros, danças e parcerias, integrou-se perfeitamente com os pilares da educação, tanto no aspecto ético quanto estético. Eu recomendo muito esse projeto; ele realmente complementou e elevou o nosso trabalho. Posso até dizer, sem exagero, que o projeto fez o nosso brilhar ainda mais. Agradeço de coração por todo o apoio e espero continuar essa parceria no futuro.&#8221; (Telma Perpétua da Silva, Vice -Diretora)</p></blockquote>
<figure id="attachment_2720" aria-describedby="caption-attachment-2720" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2720" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/100A4990-1-1024x683.jpg" alt="" width="600" height="400" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/100A4990-1-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/100A4990-1-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/100A4990-1-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/100A4990-1-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/100A4990-1-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2720" class="wp-caption-text">Alunos E.E. Padre João Botelho | Foto: Luciano Almeida</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Envolvimento Artístico e Cultura de Aprendizado</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além das oficinas, a escola foi palco de diversos espetáculos que combinaram entretenimento com aprendizado educativo. &#8220;Retalhos&#8221; com Nana, &#8220;Pequeno Grande Encontro&#8221; com a Cia Lunática, e &#8220;Viajando o Mundo com Histórias&#8221; de Renata Camargos são exemplos de como a arte pode ser utilizada para ampliar horizontes culturais e promover a compreensão de diversas perspectivas globais. </span></p>
<blockquote><p><em><span style="font-weight: 400;">“Sou professora de Helena e trabalho no quarto ano. O momento das histórias na escola é muito importante para as crianças, pois inspira e ajuda no aprendizado de contar histórias, criar narrativas e fazer recortes. Acredito que é fundamental liderar essas atividades na escola e que elas deveriam acontecer mais vezes, pois são momentos mágicos na vida das crianças. Quando elas ouvem histórias contadas com harmonia, acompanhadas de instrumentos e com a participação dos alunos, a experiência se torna ainda mais rica e maravilhosa.”</span></em></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<figure id="attachment_2719" aria-describedby="caption-attachment-2719" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2719" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/22-3-1-1024x683.png" alt="" width="600" height="400" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/22-3-1-1024x683.png 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/22-3-1-300x200.png 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/22-3-1-768x512.png 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/22-3-1-1536x1024.png 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/22-3-1.png 2048w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2719" class="wp-caption-text">Espetáculo Viajando o Mundo com Histórias &#8211; Renata Camargos | Foto: Raed Travizane</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas apresentações permitiram que os alunos explorassem uma variedade de culturas e histórias, incentivando a empatia e o respeito mútuo. O diálogo subsequente com Renata Camargos, autora dos livros &#8220;Escola Azul&#8221; e &#8220;Valentim: O leãozinho forte e valente&#8221;, proporcionou aos alunos uma visão profunda sobre o processo criativo e o poder das palavras, reforçando a importância da literatura na formação individual e coletiva.</span></p>
<blockquote><p><i>“Meu nome é Vanda, e eu sou professora de Lúdico e Biblioteca na Escola Estadual Padre João Botelho. Tive a oportunidade de participar, junto com minhas colegas de trabalho, de uma oficina de brincadeiras cantadas que foi conduzida por uma equipe muito bacana e profissional. Tive muitas oportunidades de aprendizado, que posso aplicar tanto na minha profissão quanto na minha vida pessoal. Esse aprendizado de brincadeiras será especialmente valioso para transmitir aos meus alunos como professora de biblioteca.”</i></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">O Projeto Lab Conexão na Escola Estadual Padre João Botelho exemplifica a importância de integrar a arte-educação no currículo escolar como uma forma de enriquecer a experiência educacional e de promover uma cultura de valores humanos fundamentais. Ao combinar educação artística com a formação de valores éticos, a escola não só prepara seus alunos para os desafios acadêmicos, mas também os equipa para lidar com as complexidades da vida social, reforçando seu papel como cidadãos conscientes e responsáveis.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Serviço</strong></h4>
<p>Lei Federal de Incentivo à Cultura<br />
Patrocínio: Vallourec<br />
Parceria: Instituto Território Criativo<br />
Realização: Planeta Cultura e Sustentabilidade | Ministério da Cultura | Governo Federal União e Reconstrução</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fomentando a criatividade e o engajamento estudantil na E. E. José Miguel no BH/Barreiro</title>
		<link>https://planetacultura.com.br/fomentando-a-criatividade-e-o-engajamento-estudantil-na-escola-estadual-jose-miguel-no-nascimento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rayssa Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 10:46:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lab. Conexão]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Barreiro]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[estação das histórias]]></category>
		<category><![CDATA[lab conexão]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
		<category><![CDATA[vallourec]]></category>
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					<description><![CDATA[Descubra como a integração de atividades artísticas e interativas na Escola Estadual José Miguel no Nascimento, em Belo Horizonte, enriquece o aprendizado e desenvolve habilidades sociais e culturais dos alunos.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Localizada na região do Barreiro, em Belo Horizonte, a Escola Estadual José Miguel no Nascimento tem se destacado pela implementação de métodos pedagógicos que integram as artes ao ensino regular. Em parceria com o Lab Conexão, professores das áreas de linguagens desenvolveram projetos que combinam ensino tradicional com atividades artísticas, visando enriquecer a experiência educativa e incentivar o desenvolvimento pessoal e cultural dos alunos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o laboratório criativo, professores, alunos, funcionários e comunidade escolar se uniram para criar produtos de diversas linguagens, que culminaram em saraus e exposições artísticas. </span><span style="font-weight: 400;">Vamos conhecer estas iniciativas?</span></p>
<p><b>Integrando Poesia e Performance: A Experiência do &#8220;Clube do Protagonismo&#8221; </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro das atividades inovadoras da Escola Estadual José Miguel no Nascimento, o &#8220;Clube do Protagonismo&#8221; se destaca como uma iniciativa significativa no ensino médio integral. Este clube oferece aos alunos a oportunidade de gerenciar seu próprio tempo escolar e escolher atividades coletivas, cultivando autonomia e liderança. Uma das oficinas mais impactantes oferecidas pelo Lab Conexão nesse contexto foi a de &#8220;Slam Interescolar&#8221;, facilitada por JP Escrevivente e Leandro Zere.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta oficina, os alunos foram introduzidos à poesia marginal, também conhecida como slam das rimas, um movimento literário vibrante que combina escrita, performance e competição pública. Originado nos Estados Unidos na década de 1980, o slam de poesia é uma forma de arte que permite aos poetas recitar ou performar suas obras diante de uma audiência, com performances avaliadas por jurados escolhidos aleatoriamente. Esta forma de expressão é notável por abordar questões sociais, políticas e pessoais de maneira direta e intensa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_2589" aria-describedby="caption-attachment-2589" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2589" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1168-1024x683.jpg" alt="" width="600" height="400" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1168-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1168-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1168-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1168-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1168.jpg 2048w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2589" class="wp-caption-text">Sarau E.E.José Miguel | Foto: Pri Garcia</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, a poesia marginal no Brasil, surgida nos anos 1970, é caracterizada pela sua produção e circulação fora dos canais editoriais tradicionais, frequentemente explorando temas das experiências e desafios das classes sociais menos favorecidas. Utilizando uma linguagem coloquial, essa literatura busca expressar resistência, crítica social e questões culturais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante quatro sessões interativas, os estudantes mergulharam profundamente nesses estilos de poesia, desenvolvendo suas próprias criações poéticas que culminaram em um sarau dinâmico de poesia falada. Essas atividades não apenas enriqueceram a experiência educacional dos alunos com novas formas de literatura, mas também promovem uma interação direta e emocional com o público, destacando-se pela autenticidade e pela capacidade de dar voz a perspectivas frequentemente marginalizadas.</span></p>
<blockquote><p><i><span style="font-weight: 400;">“A parceria com o Lab Conexão foi muito grandiosa na nossa escola em função de oficinas que os alunos não tinham tanto conhecimento. Como no caso do Slam, os MCs falando a linguagem dos alunos, o processo de criatividade que eles tiveram em relação à produção do slam de uma comunidade, das questões de vivência deles foi muito gratificante. Outra oficina que nós tivemos foi a oficina dos sentimentos, porque a gente estava com os alunos com um processo de internalização dos sentimentos muito grande, e precisando expor esses sentimentos, e com a oficina que foi feita, eles puderam expressar os seus sentimentos. Foi bem gratificante para a gente no sentido de valorizar o que estava sendo sentido, pensado. No caso, tanto do slam quanto da Oficina dos Sentimentos, foram atividades desenvolvidas com o ensino médio. E, através disso, foram criados textos de slam e também desenvolvido um painel de sentimento.” Relatou a professora de língua portuguesa, Cláudia Erlane</span></i></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<figure id="attachment_2596" aria-describedby="caption-attachment-2596" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2596" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1189-1-1024x683.jpg" alt="" width="600" height="400" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1189-1-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1189-1-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1189-1-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1189-1-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1189-1.jpg 2048w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2596" class="wp-caption-text">Sarau das Emoções | Foto: Pri Garcia</figcaption></figure>
<h4></h4>
<p><b>Engajamento Lúdico com o Inglês</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No âmbito linguístico, a professora de Língua inglesa, Danielle Tregellas, utilizou uma técnica inovadora para ensinar falsos cognatos, também conhecidos como &#8220;falsos amigos&#8221;. Falsos cognatos são palavras em dois idiomas que, apesar de terem ortografia ou pronúncia similares, possuem significados distintos, o que pode facilmente causar confusões e mal-entendidos entre aprendizes de línguas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para tornar o aprendizado dessas palavras mais envolvente e menos suscetível a erros, a professora empregou esquetes com a </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=OO0iUd-5zYA"><span style="font-weight: 400;">Macaca Lica</span></a><span style="font-weight: 400;">, uma personagem criada pela multiartista Nana. Esta abordagem não apenas facilitou o entendimento dos alunos sobre o tema com diversão, mas também ressaltou a eficácia de métodos de ensino que integram educação e entretenimento, mostrando como eles podem melhorar significativamente a retenção de informações e o interesse dos estudantes.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><i><span style="font-weight: 400;">“A professora de língua inglesa, ela desenvolveu o Lica with English com todas as duas, que foi trabalhado com a Nana e com a Lica em falsos cognatos. Isso foi um divisor de águas mesmo para os meninos para eles entenderem o que era certo, errado, diferente, igual. Então isso aí pra eles foi bem gratificante, porque eles não sabiam, não conheciam, não tinham essa valorização. E queremos parcerias de novo, queremos continuar com esse projeto.” (Cláudia Erlane, professora de Língua Portuguesa)</span></i></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_2590" aria-describedby="caption-attachment-2590" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2590" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/10-1-1-1024x683.png" alt="" width="600" height="400" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/10-1-1-1024x683.png 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/10-1-1-300x200.png 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/10-1-1-768x512.png 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/10-1-1-1536x1024.png 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/10-1-1-2048x1365.png 2048w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2590" class="wp-caption-text">Nana e Lica | Foto: Raed Travizane</figcaption></figure>
<p><b>Projeto Mini Contos &#8211; Professor </b><b>Valdinei Pedro Sales Vieira</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mini contos, também conhecidos como microcontos, são uma forma de narrativa breve que encapsula elementos tradicionais de um conto em um espaço textual extremamente limitado. Esta forma literária desafia o autor a desenvolver uma trama completa — com início, meio e fim — frequentemente em não mais que algumas centenas de palavras, e em casos mais extremos, em apenas uma ou duas frases. A habilidade de evocar emoções, surpresas ou reflexões profundas com economia de palavras e finais inesperados é fundamental nesse gênero, que exige que cada palavra seja empregada com precisão e que o texto sugira mais do que diz diretamente, deixando lacunas para que o leitor as preencha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A popularidade dos minicontos cresceu com o advento das redes sociais e plataformas de publicação online, que valorizam a brevidade e se alinham bem com a preferência contemporânea por conteúdo rapidamente digerível. Essa forma de escrita não só captura eficazmente a atenção dos leitores modernos, mas também oferece uma experiência literária completa em um formato condensado. Dentro desse contexto, a oficina &#8220;Poemas Mínimos&#8221; conduzida por Valéria Moura na Escola Estadual José Miguel no Nascimento complementou perfeitamente o projeto de mini contos. A oficina incentivou os alunos a praticar a concisão e a expressividade na escrita criativa, reforçando as habilidades necessárias para dominar a arte dos microcontos e explorando ainda mais as possibilidades da narrativa curta e impactante.</span></p>
<blockquote><p><i><span style="font-weight: 400;">“No ano passado, recebemos o Lab Conexão na nossa escola. Eu trabalhava com estudos orientados em Língua Portuguesa. Eles trouxeram uma proposta inovadora: trabalhar o livro literário na sala de aula. Inicialmente, a ideia era focar na biblioteca, mas acabamos estendendo para nossas aulas regulares. Com o 9º ano do ensino fundamental, desenvolvemos projetos de minicontos. Uma escritora veio até nós para dar uma oficina. Tivemos um momento de conversa com ela e uma parte prática, onde os alunos do 9º ano aprenderam a produzir minicontos, usando suas visões de mundo e experiências pessoais. A atividade consistiu em sintetizar uma ideia e transformá-la em um miniconto. Os alunos participaram da oficina e, em seguida, produziram seus próprios minicontos. Este projeto foi muito significativo para a escola e, quem sabe, em breve, poderemos transformar essas histórias em um livro.”, relatou o professor Valdinei Pedro Sales Vieira</span></i></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<figure id="attachment_2591" aria-describedby="caption-attachment-2591" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2591" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1206-1024x683.jpg" alt="" width="600" height="400" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1206-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1206-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1206-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1206-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1206.jpg 2048w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2591" class="wp-caption-text">Miniconto | Foto: Pri Garcia</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Inovação Narrativa com o Projeto &#8220;Secret Box&#8221; | Professor Valdinei Pedro Sales Vieira</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Escola Estadual José Miguel no Nascimento, o projeto &#8220;Secret Box&#8221; destacou-se por sua abordagem inovadora ao recontar o clássico &#8220;Jardim Secreto&#8221; através de cenas em miniatura criadas dentro de caixas. Inspirado nas técnicas de teatro lambe-lambe e teatro em miniatura, este projeto permitiu que os alunos explorassem a dramatização e visualização de narrativas de forma única e envolvente. Sob a orientação da experiente artista Nana, os estudantes foram ensinados a manipular elementos visuais e táteis, como luz, sombra e objetos simples, para simbolizar temas complexos da história, transformando as caixas em palcos minúsculos, feitas com materiais recicláveis, onde cada detalhe contribui para contar uma parte da narrativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O professor Valdinei Pedro nos contou sobre o projeto: </span><i><span style="font-weight: 400;">“Um projeto de grande relevância foi realizado com as turmas do 6º, 7º e 8º anos, chamado ‘Secret Box’. Ele consistia em transformar um livro literário em uma história contada através de caixas. Os alunos leram &#8216;O Jardim Secreto&#8217; e, após a leitura, releitura e reescrita, resumiram o livro e, no momento final, recriaram a história em caixas. Eles criaram espaços e montagens dentro das caixas para recriar os capítulos, utilizando materiais como papelão, copinhos, retalhos, papel e tinta. Foi interessante ver como avaliamos os alunos durante todo o processo. Não se tratava apenas de ler e interpretar o livro ou de aplicar uma prova escrita ou oral, mas sim de criar cenários e adaptar a narrativa.&#8221;</span></i></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_2592" aria-describedby="caption-attachment-2592" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2592" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1220-1024x683.jpg" alt="" width="600" height="400" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1220-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1220-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1220-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1220-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1220.jpg 2048w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2592" class="wp-caption-text">Secret Box | Foto: Pri Garcia</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele também destacou a importância do projeto na interação e desenvolvimento dos alunos: </span><i><span style="font-weight: 400;">“Os alunos ainda lembram daquele episódio de montagem, de reprodução artística e de recriação da história. Além disso, o projeto também proporcionou uma interação entre eles, desenvolvendo respeito e cooperação, especialmente importante nesse período pós-pandemia, onde ainda enfrentamos muitos conflitos. A escola recebeu muito bem o projeto e ele valorizou bastante o conhecimento dos nossos alunos. Foi uma oportunidade de percebermos os alunos de forma integral. Trabalhei com professores de artes, inglês e comunicação, demonstrando como o ensino pode ser interdisciplinar. Quem mais ganha com isso são os nossos alunos. Agradeço ao Lab Conexão e espero que possamos realizar mais projetos juntos nos próximos anos. Foi uma experiência maravilhosa!”</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa metodologia não apenas enriqueceu a experiência educativa dos alunos, mas também desenvolveu habilidades de pensamento crítico e criatividade, fundamentais para a compreensão literária e artística. A experiência do &#8220;Secret Box&#8221; exemplifica como o teatro em miniatura pode ser uma ferramenta poderosa no ensino de literatura, permitindo aos alunos uma imersão profunda nos elementos da história de maneira interativa. Este projeto não só cultivou uma apreciação pela arte narrativa entre os jovens, mas também demonstrou o potencial do envolvimento artístico para melhorar o entendimento e a interpretação de textos literários, promovendo uma aprendizagem que transcende o tradicional e envolve ativamente os estudantes na construção do conhecimento.</span></p>
<figure id="attachment_2594" aria-describedby="caption-attachment-2594" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2594" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1210-1024x683.jpg" alt="" width="600" height="400" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1210-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1210-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1210-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1210-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fotoPriGarcia-1210.jpg 2048w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2594" class="wp-caption-text">Secret Box | Foto: Pri Garcia</figcaption></figure>
<p><b>Explorando Mundos: Espetáculos e Diálogos Culturais no Lab Conexão</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No contexto artístico do ciclo criativo do Lab Conexão, a escola experimentou uma enriquecedora série de apresentações teatrais e encontros interativos com escritores, que transformaram o ambiente educacional em um vibrante espaço cultural. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os espetáculos apresentados, como &#8220;Retalhos&#8221; com Nana, mergulharam no universo de diversas histórias cantadas, enquanto &#8220;Pequeno Grande Encontro&#8221; com a Cia Lunática trouxe ao palco encantadoras narrativas sobre a jornada da Palhaça Jojoba e uma caixeira viajante ao mundo mágico da leitura. Além disso, &#8220;Viajando o Mundo com Histórias&#8221; de Renata Camargos proporcionou aos alunos uma jornada literária por diversas culturas. Essa atividade foi complementada por um bate-papo exclusivo com Renata, que discutiu seus livros &#8220;Valentim: O Leãozinho Forte e Valente&#8221; e &#8220;Escola Azul&#8221;, oferecendo aos alunos insights valiosos sobre o processo criativo e literário.</span></p>
<blockquote><p><i><span style="font-weight: 400;">“Recebemos o Lab Conexão na escola com muita alegria, muita satisfação e um resultado muito positivo. Todas as ações realizadas, nós tivemos uma interação total dos alunos com os professores, integrando realmente várias disciplinas, com teatro, com música, com o slam. Desenvolvemos também oficinas, tivemos também várias exposições de texto, também com vários computadores, tivemos bastante. Socialização, trabalhou-se muito o sentimento, a afetividade, todas as interações vieram trazer essa leveza e a cultura para dentro da nossa escola. Então foi muito positivo todo o resultado, tudo que nós tivemos, todos os produtos, esperamos que tenhamos nos próximos anos mais trabalhos, mais produções, mais cultura, mais linguagem dentro da nossa escola, foi um prazer enorme ter como parceiros o Lab Conexão.” </span></i><span style="font-weight: 400;">(Márcia Machado, diretora da E.E.José Miguel)</span></p></blockquote>
<figure id="attachment_2595" aria-describedby="caption-attachment-2595" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2595" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/25-7-1024x683.png" alt="" width="600" height="400" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/25-7-1024x683.png 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/25-7-300x200.png 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/25-7-768x512.png 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/25-7-1536x1024.png 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/25-7.png 2048w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2595" class="wp-caption-text">Encontro com biblioteca | Foto: Raed Travizane</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A integração das artes na educação na Escola Estadual José Miguel no Nascimento demonstra um compromisso profundo com a formação holística dos alunos. Ao combinar métodos de ensino tradicionais com atividades artísticas inovadoras, a escola não só melhora o aprendizado acadêmico, mas também prepara os estudantes para serem cidadãos globais conscientes e criativos. Essas iniciativas destacam o poder transformador das artes na educação e no desenvolvimento comunitário e individual.</span></p>
<figure id="attachment_2597" aria-describedby="caption-attachment-2597" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2597" src="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/100A3885-3-1024x683.jpg" alt="" width="600" height="400" srcset="https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/100A3885-3-1024x683.jpg 1024w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/100A3885-3-300x200.jpg 300w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/100A3885-3-768x512.jpg 768w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/100A3885-3-1536x1024.jpg 1536w, https://planetacultura.com.br/wp-content/uploads/2024/07/100A3885-3-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2597" class="wp-caption-text">Espetáculo Pequeno Grande Encontro | Foto: Luciano Almeida</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Para finalizar, perguntamos à professora, Cláudia Erlane, o que mudou na escola com a presença do Lab Conexão.</span></p>
<blockquote><p><i><span style="font-weight: 400;">“A relação com os alunos e professores mudou bastante, pois tivemos que desenvolver uma educação interdisciplinar, formando parcerias. Sozinhos, não conseguimos construir muito, mas ao unir as aulas e ideias de diferentes profissionais, conseguimos um desenvolvimento mais rico para os alunos. Cada profissional trabalha sua disciplina de uma forma única, e quando trazemos essas abordagens para o aprendizado dos alunos, o resultado é um processo criativo diferenciado. A interdisciplinaridade tornou-se grande e produtiva. Foi gratificante construir essas oficinas, ver os resultados, a interação dos professores e o dinamismo. Os próprios alunos perceberam a amizade e interação entre os professores, o que fez diferença, especialmente em uma comunidade carente de afetividade. Essa união dos professores transmitiu uma maior confiança aos alunos. O projeto &#8220;Lab Conexão&#8221; mostrou ser muito interessante e produtivo. Aqui, produzimos muita coisa de qualidade, o que beneficia todos os envolvidos.”</span></i></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Serviço</strong></h4>
<p>Lei Federal de Incentivo à Cultura<br />
Patrocínio: Vallourec<br />
Parceria: Instituto Território Criativo<br />
Realização: Planeta Cultura e Sustentabilidade | Ministério da Cultura | Governo Federal União e Reconstrução</p>
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